OUTRA VEZ !

 EMAIL RECEBIDO
 
Mais uma vez as saracuras do Chafariz na praça Gen. Osório foram roubadas. Quantas vezes fazem a recolocação; repete-se o roubo. É assim, qua a população carioca e brasileira quer ser ouvida em suas reivindicações?  Não sabe o mínimo que é respeitar o patrimônio público,  proveniente de seus recursos financeiros através de impostos e taxas altíssimos.
O lixo continua sendo depositado nas ruas  a despeito dos avisos de multa da Prefeitura. É assim?...

JG

VOLTOU !


Sabor de antigamente

Fechada por seis anos, a matriz da sorveteria, sucesso entre os cariocas nos anos 80, reabre no coração de Ipanema

por Fabio Codeço | 21 de Agosto de 2013


Selmy YassudaSabores clássicos da marca: o copinho (R$ 4,50) abriga até duas variedades


Lançada em 1979, a Sorvete Alex conquistou farta freguesia nos anos 80. Chegou a espalhar dez lojas pela cidade, mas a concorrência aumentou e a rede encolheu até quase desaparecer — do império original só havia restado o ponto em Copacabana, ainda em atividade. Depois de reestruturar a empresa fundada por seu avô, investindo no mercado de eventos, Eduardo Soares, hoje à frente do negócio, recuperou o fôlego e, em junho, reabriu a matriz. Fechado há seis anos, o imóvel na Rua Vinicius de Moraes, em Ipanema, que já abrigou parte do extinto bar Rex e o escritório da empresa de TV a cabo GVT, volta a servir os clássicos gelados da marca. Algumas sugestões: chocolate alpino, café, amendoim e manga. Em meio ao surgimento de sorveterias que pregam o preparo saudável, sem uso de corantes, conservantes ou gordura hidrogenada, a casa pode soar fora de moda. Mas não deixa de ser, para muitos, uma nostálgica volta à infância. Outra atração é o preço, mais em conta do que o das concorrentes. Por R$ 4,50, o cliente degusta dois sabores, no copinho ou na casquinha. O pote de 1 litro, com até três variedades, sai por R$ 14,50.

Rua Vinicius de Moraes, 145, Ipanema, ☎ 2547-0888 (8 lugares). 10h/22h. Cd: todos. www.sorvetealex.com.br. Aberto em 2013.

REUNIÃO


            A próxima reunião do Projeto de Segurança de Ipanema será, SEGUNDA FEIRA,  dia 026//08 às 18hs. no Colégio Notre Dame .

           
PAUTA

Relato da reunião com o governador dia 20/08

Apresentação das enquetes entre comerciantes e moradores - relatórios  


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LIXO


Cartão postal do Rio tem coleta de esgoto feita à mão e sem proteção

Reportagem do G1 flagrou morador de rua fazendo limpeza por R$ 5.
Funcionários pediram para que imagens não fossem registradas.

Gabriel Barreira Do G1 Rio

Concessionária administra os postos de salvamento e cobra para uso do banheiro e do chuveiro (Foto: Gabriel Barreira/G1)Concessionária que administra postos cobra para uso do banheiro e do chuveiro (Foto: Gabriel Barreira/G1)
Os banhistas que tiram o sal do corpo após um mergulho na praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio, deixam muito mais do que os resíduos da água do mar nos ralos dos chuveiros dos postos de salvamento à beira-mar. Tábuas de madeiras sob as duchas escondem o encanamento e um rastro de esgoto, transformado em sólido por uma areia preta, que não é absorvido pela tubulação. Como não há vassouras nem pás que caibam no ralo, o que sobra é retirado com as mãos, como flagrou a reportagem do G1 na última quinta-feira (22).
Funcionários da Orlario, concessionária responsável pelos postos, não quiseram se identificar, nem dar entrevistas, mas admitiram a usuários a falta de condições necessárias para a limpeza. Sequer há luvas, disseram. Divididos entre o nojo e a tarefa, pediram a um morador de rua para realizar o serviço.
Enquanto um visitante filmava as condições precárias do "bico", uma funcionária tentava amenizar dizendo que a responsabilidade não era da Prefeitura e que o faxineiro improvisado sequer era da Comlurb. Ela pedia para que as imagens não fossem registradas.
Na areia podre, foram encontradas algumas moedas que se somaram ao valor simbólico de R$ 5 pagos a ele por concluir a tarefa, depois de quase uma hora. Com as mãos nuas e de chinelos.
Alheia à reportagem, uma funcionária sussurrava a outra banhista: "Está vendo estas luvas aqui? Tenho que trazer de casa. Se eu pego uma bactéria dessa, tenho que gastar um mês de salário". O G1 entrou em contato com a empresa Orla Rio, mas até a publicação desta reportagem não tinha obtido retorno.
Apesar das condições, o serviço é pago. Usar o banheiro custa R$ 1,70. O chuveiro, R$ 1,10. O valor, aumentado em 2011, chegou a ser de R$ 2,50 e só diminuiu após críticas populares. A Comlurb cobrava R$ 1.
Água acumulada se mistura a areia. Por conta da falta de equipamentos, é retirada com as mãos e jogada diretamente no lixo (Foto: Julia Karam/Arquivo Pessoal)Água acumulada se mistura a areia. Por conta da falta de equipamentos, é retirada com as mãos e jogada diretamente no lixo (Foto: Julia Karam/Arquivo Pessoal)