PSI


 
MUTIRÃO de coleta de recursos para pagamento da pericia das obras da estação do metrô na Pça N Sra da Paz, dia 04 de novembro, domingo, as 11h, na orla de Ipanema - posto 9.

Organizado pelo PSI  - Projeto de Segurança de Ipanema -, este mutirão tem como objetivo principal a coleta de recursos para pagamento da pericia das obras do metrô na Praça N Sra da Paz. A pericia vai avaliar a proposta defendida pelo PSI que busca o minimo impacto possível das obras no local:  método subterrâneo da construção, localização dos acessos fora do entorno imediato da praça e garantia aos moradores e trabalhadores das ruas em cujo subsolo vai passar o tatuzão de que não correm risco de vida e que seus imóveis não sofrerão avarias.

O fato da justiça ter despachado favoravelmente ao PSI, significa que os pedidos são pertinentes e de que o grupo está exercendo o seu direito à transparência e ao diálogo por parte do governo.

O PSI já fez várias manifestações protestando contra esta construção na Praça N Sra da Paz e quer que o consórcio e o governo apresentem um projeto e métodos alternativos para a construção desta estação. A sociedade civil está amadurecida, quer ser ouvida e participar das decisões relativas ao seu bairro. Em outros países mais desenvolvidos a participação da comunidade nas decisões relativas à sua cidade é considerada essencial. Paris, por exemplo, cidade moderna e com ampla rede de metrô, tem suas construções e ambiência debatidas e preservadas rigorosamente, sem qualquer prejuízo da modernidade, de forma a manter a tipica característica da cidade parisiense. Por que não se tem o mesmo cuidado em Ipanema, com a preservação integral da Pça N Sra da Paz?

Na semana passada, durante a sua última manifestação, o PSI fez um apelo para que o Governador e o Secretário de Transportes adiassem o início da construção da estação de metrô na Praça N Sra da Paz e que aceitasse o diálogo sobre o projeto alternativo apresentado pelo grupo que preserva a praça intacta com todas as suas atuais árvores e ainda mantém a nova estação de metrô na região da praça.

Desde o inicio do ano até agora ja foram colhidas 25 mil assinaturas de moradores e amigos de Ipanema pedindo a preservação total da praça.

Outras informações:
Ignez barreto: 9398-4020

EMAIL RECEBIDO



O governador Sergio Cabral devia ter vergonha na cara,e não destruir uma praça com o nosso dinheiro!!!!!!!
Soube por fonte fidedigna , pessoa que trabalha no gabinete dele,que ele vai destruir a praça porque esse método de construção sai mais barato. Sendo assim sobra mais dinheiro para êle e a Delta dividirem!!!!!!!
Onde anda a democracia que foi conquistada com tantos sacrifício???????
Hoje vivemos a ditadura do PT e do PMDB que são uns carrascos do povo.
Não levam em conta a vontade da maioria da população.
No governo do Garotinho ou foi a Rosinha ,não lembro bem, os moradores . do bairro Peixoto foram contra a construção do metrô na praça,êles atenderam aos apelos da população, agora com a ditadura desse déspota temos que engolir goela abaixo um monstrengo no meio da praça. Sem contar com todas as árvores que vamos perder!!!!!!!
Cadê o Minc????????Morreu ou está surdo?????
Só tem voz alta com a CSA, de quem êle pode tirar uma grana alta!!!!!!!
Esse povo só ouve a voz da propina!!!!!
Aqui na praça êles ja levaram o deles, das empreiteiras!!!!!!!!
Sergio Cabral e Eduardo Paespalho, vcs, serão responsáveis para sempre pela destuição da Praça N. S. da Paz e a morte de todas as árvores. A única área verde de todo o bairro!
Com o calor do verão que está vindo aí,vcs. vão ver., larápios dos nossos impostos e da nossa dignidade,pois temos que engolir essa quadrilha que vive a nos assaltar na cara de pau.
Vão fazer a mesma porcaria que já fizeram na Gal. Osório, um horror!!!!!!!!!!!
Em Paris não é assim Sergio, VC. SABE BEM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
REPASSEM PARA O MAIOR NÙMERO DE PESSOAS

T.G.

CUIDADO !


 
 
 

Soube que existem pessoas recolhendo dinheiro em nome do PSI para supostos dossiês, ações etc. Por favor, NÃO É PARA DAR DINHEIRO A NINGUÉM.  A única forma de contribuir para o pagamento do perito, é fazendo o depósito na conta de poupança - Banco HSBC - Ag.  0310 - conta -poupança -018177-0 - titular Sylma, ou nas arrecadações públicas que estamos fazendo na praça ou no calçadão, ou deixar na minha portaria - Prudente de Moraes 660.
 
Ontem em uma hora e meia recolhemos R$ 503,00 em doações da população. Pessoas que pasavam e que foram colocando a sua contribuição na caixinha. As pessoas dão o quanto  querem.
Amanhã às 10.30 estaremos de novo na praça fazendo o mesmo trabalho e no domingo às 11hs. em frente ao Posto 9.
Precisamos da colaboração de todos, porque se fizermos turnos conseguiremos ficar mais tempo na coleta.
 
Ignez

VOGUE BRASIL


Marina Nardino e Luciano Olivieri
Estilo & Beleza


Como já é de costume, a revista "Vogue Brasil" lançou sua edição de novembro no Rio de Janeiro. O local escolhido foi o "Quadrilátero do Charme", que fica entre as ruas Anibal de Mendonça e Joana Angélica e as avenidas Vieira Souto e Epitácio Pessoa, em Ipanema.

O polo comercial foi instituído pela prefeitura da cidade por concentrar diversos bares, restaurantes, lojas de moda, livrarias e casas de espetáculos.

O SRZD conferiu o que rolou no lançamento e as principais ações preparadas pelas lojas da região, como a Folic. O portal também entrevistou o colunista de moda Bruno Astuto, a gerente da Folic Ana Paula, o embaixador da H Stern Christian Hallot e a modelo Ana Cláudia Michels.



LIXO NO CANTAGALO



No Cantagalo, encostas ainda sofrem com despejo irregular de lixo

Local atrai ratos, insetos e reclamações de quem convive com montanha de detritos


Contraste. O Morro do Cantagalo, de onde se veem as praias de Ipanema e do Leblon, tomado por lixo: Comlurb diz que a coleta ainda não é adequada
Foto: Foto de leitor
Contraste. O Morro do Cantagalo, de onde se veem as praias de Ipanema e do Leblon, tomado por lixo: Comlurb diz que a coleta ainda não é adequadaFOTO DE LEITOR
RIO — Moradora da casa de número 32 da Rua Custódio Mesquita, no Morro do Cantagalo, em Ipanema, a comerciante Regina Cabral é dona de uma das mais belas vistas da comunidade. De sua janela, vê-se toda a praia do bairro até o Leblon, com o Morro Dois Irmãos ao longe. Mas se ela abaixa um pouco o olhar, depara-se com uma encosta cheia de lixo. O local, que fica ao lado do campo de futebol da favela, atrai ratos, insetos e reclamações de quem convive com a montanha de detritos. Regina diz que a coleta da Comlurb não dá conta do problema e que o lixo sempre volta a se acumular. Para a presidente da empresa, Angela Fonti, o Cantagalo representa o maior desafio dentro do trabalho que está sendo desenvolvido em 24 favelas pacificadas para adaptar a coleta às características de cada local. Ela acredita que, no Cantagalo, a empresa ainda esta longe de uma solução ideal:
— Realmente, ainda não conseguimos dar uma boa opção para os moradores, que acabam jogando o lixo em todo lugar, até pela janela. Estamos preocupados. Falta espaço para os pontos de coleta e, principalmente, um meio de tirar o lixo de dentro da comunidade. Não há acesso motorizado. O Cantagalo é cheio de escadarias e o elevador (que liga a Rua Barão da Torre ao morro) não pode ser usado para o transporte de lixo. Antes da construção dele, tínhamos um lixoduto na encosta. E não há outro ponto com boa inclinação para colocar um novo.
Angela afirma que, na favela vizinha, o Pavão-Pavãozinho, a coleta está bem resolvida. Mas que há uma outra favela onde a coleta precisa melhorar: Rio das Pedras, em Jacarepaguá.
Garis fazem até rapel
A longo prazo, a solução para o Cantagalo, segundo a presidente da Comlurb, virá com a abertura de logradouros, que está sendo feita pelo governo estadual. As obras permitirão a circulação dos triciclos motorizados, que já passam em outras favelas anunciando num alto-falante a chegada do gari. Mas, enquanto isso, Angela quer adotar medidas emergenciais. Ela pretende propor à concessionária Metrô Rio, responsável pelo elevador, que ele seja usado para descer o lixo entre meia-noite e 6h (horário em que fica fechado). Se isso for possível, serão instalados pontos de coleta no caminho até o elevador. Enquanto isso, o recurso de usar garis alpinistas e equipamentos de rapel para limpar as encostas continuará sendo rotina no Cantagalo. Todo dia, saem de lá e do Pavão-Pavãozinho cerca de 30 toneladas de lixo.
— A coleta tem sido mais frequente. Mas faltam garis para limpar o miolo do morro — diz a comerciante Regina.
Reclamações como as da moradora do Cantagalo se repetem no Morro do Salgueiro, na Tijuca, onde Moisés Amorim, dono de uma lanchonete, pode ser visto com frequência com uma vassoura na mão.
— Prefiro limpar por conta própria quando junta muita sujeira em frente à minha lanchonete. A Comlurb vem aqui todo dia, mas falta gente para varrer as ruas — reclama.
Uma das promessas de campanha do prefeito Eduardo Paes para o novo mandato é fazer mudanças na atuação da Comlurb nas favelas. Ele diz estar insatisfeito com o serviço.
Parceria com moradores
No Salgueiro, assim como em outras nove comunidades pacificadas (incluindo o Cantagalo), a Secretaria municipal de Conservação e Serviços Públicos, em parceria com a UPP Social, implantou o programa batizado como Vamos Combinar Uma Comunidade Mais Limpa, que busca fazer acordos sobre a eliminação de pontos de descarte irregular e sobre a utilização correta dos novos equipamentos de coleta. Os locais para colocar o lixo são decididos pela Comlurb junto com os moradores.
Na principal subida até o topo da comunidade tijucana, há cinco pontos com contêineres, sinalizados com mensagens que pedem que o lixo seja jogado ali. O pedido vem sendo respeitado pelos moradores, embora ainda haja bastante entulho espalhado em certos locais. Os equipamentos, no entanto, estão em más condições e é comum ver lixeiras quebradas. Para o morador Carlos Eduardo Lopes, é preciso que os moradores colaborem mais. Ele vive no local conhecido como Horta, onde costumam queimar o lixo.
— A fumaça incomoda. A Comlurb vem retirar o lixo, mas, às vezes, quando chegam, ele já foi queimado — diz.
Mais grave é a situação do Morro do Querosene, no Complexo do São Carlos, que está na lista dos locais que receberam o programa da secretaria. Ali, encostas com lixo, valas cheias de plástico, garrafas e ratos fazem parte da paisagem. A associação de moradores contabilizou este ano 175 pontos de descarte de lixo a céu aberto. Um deles fica nos fundos da casa de Lucimar Duarte Vieira, que mora no morro há três anos. Ela mantem portas e janelas constantemente fechadas para evitar a entrada dos insetos e do odor incômodo.
— A Comlurb só recolhe o lixo da caçamba que fica lá embaixo. Aqui ninguém vem. No alto do morro tem mais um ponto de coleta, de onde às vezes tiram os sacos. Mas é muito pouco. Como o lixo cai na vala que tem aqui atrás, ele não deixa a água escoar e minha casa fica úmida — lamenta a dona de casa.
De sua janela, Lucimar vê ainda, na entrada da comunidade, uma montanha de entulho de obras que só cresce.
Angela Fonti reconhece a importância de dar um destino adequado aos resíduos de construção civil nas comunidades, onde obras são uma constante. Segundo ela, é no Morro do Borel, na Tijuca, o primeiro a receber o novo modelo de coleta, que a situação está mais satisfatória:
— Estamos completando um ano de Borel limpo e temos uma resposta muito boa dos moradores. Eles já exigem, por exemplo, a troca de contêineres. Estamos entrando agora com a nova coleta no Jacarezinho e em Manguinhos. Nas duas favelas, já achamos espaços para nossas bases, de onde os caminhões levarão o lixo.
 

PERCURSO NIKE



Prova se estende de São Conrado a Copacabana


1 Os atletas que irão disputar o Nike Rio Corre 10k poderão desfrutar as paisagens das praias de Copacabana, Leblon e Ipanema enquanto correm os dez quilômetros. A prova ocorrerá no dia nove de dezembro, com largada às 8h, em São Conrado. Para quem deseja um percurso mais leve, haverá também uma corrida de cinco quilômetros, com saída do Leblon às 7h45.

Uma das novidades do trajeto é a possibilidade dos competidores escolherem se desejam competir individualmente ou em equipes de quatro pessoas. Em caso de grupo, os integrantes escolhem a distância que querem percorrer, largam juntos e têm os tempos somados no final.

Outra inovação é a divisão dos corredores em duas categorias: jovens até 25 anos e a partir dessa idade. A primeira se chama #coisadaboa, uma ação da Nike para incentivar a prática de exercícios físicos entre os jovens.

As inscrições para a prova podem ser feitas no site oficial do evento nikeriocorre.com a partir de segunda-feira (5/11), às 9h, e custam entre R$ 85 e R$ 95.







CARNAVAL DE RUA


BRIGA NA PRAIA

Guardas municipais envolvidos em briga em Ipanema são afastados


Os oito guardas aguardam processo administrativo.

Briga aconteceu no dia 9 de outrubro entre guardas e banhistas.

Isabela Marinho

Do G1 Rio


Briga entre guardas municipais e banhistas na

Praia de Ipanema (Foto: Arquivo pessoal)Os oito guardas municipais envolvidos em uma briga com banhistas no Posto 9, na Praia Ipanema, na Zona Sul do Rio, no dia 9 de outubro foram afastados das ruas desde que as fotos e imagens da confusão caíram nas redes sociais e mostraram a agressão entre os dois grupos. A assessoria de imprensa confirmou, nesta quarta-feira (31), o afastamento dos guardas. Segundo o órgão, há um processo administrativo em aberto para que os funcionários sejam ouvidos.

O secretário Alex Costa disse dois dias após o ocorrido que iria encaminhar à Corregedoria da Guarda Municipal o nome dos guardas que aparecem em dois vídeos postados na internet e que mostram que eles revidaram a agressão sofrida na Praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio. Segundo o secretário, guardas municipais são agentes públicos que devem zelar pela população e não pode se nivelar às pessoas que agem com violência.

Na última terça-feira (9), banhistas e guardas municipais se envolveram numa confusão no Posto 9. A briga começou porque guardas foram reprimir a prática do altinho, que era jogado à beira d’água, em horário não permitido.

“Um dos vídeos mostra uma ação bastante infeliz de guardas que já estavam no calçadão e voltam para revidar a agressão. Esses guardas serão encaminhados à Corregedoria. Um guarda municipal é um agente público e não pode se igualar ao nível de alguém que está agindo errado. Não pode atuar com violência. A Guarda Municipal quando se depara com uma ação com truculência tem de se retirar do local e chamar o aparato policial para fazer valer as posturas municipais”, disse o secretário.


Em entrevista à Rádio CBN, Alex Costa considerou um absurdo a convocação que jogadores de altinho estão fazendo na internet, para a prática do esporte em horário não permitido. Segundo ele, trata-se de uma provocação desnecessária.


“Acho um absurdo alguém incitar uma algazarra para ir contra uma regra que já existe há muito tempo. É uma provocação desnecessária e descabida”, disse o secretário, que teme que vê na atitude dos praticantes de altinho um desrespeito ao direito das outras pessoas que frequentam a praia.



PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ




PEGA LADRÃO !

Guardas prendem homem na Praia de Ipanema


Jornal do BrasilTamanho do Texto:+A-AImprimirPublicidadeGuardas do Grupamento Especial de Praia (GEP) da Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-Rio) prenderam Daivison da Silva Crispin, 18 anos, na tarde da última terça-feira, dia 30, acusado de furtar um cordão de ouro na Praia de Ipanema. Na delegacia, ficou comprovado que o homem havia praticado outros dois crimes no mesmo dia.

Uma equipe de guardas municipais recebeu via rádio informações sobre um princípio de tumulto na av. Vieira Souto, altura do nº 320. Ao chegar no local, os GMs encontraram o acusado sendo imobilizado por um agente da Polícia Federal, que pediu apoio dos guardas para prender o acusado e encaminhá-lo para uma delegacia.


Guardas prendem homem em IpanemaAo chegar na delegacia, os GMs encontraram mais duas vítimas de Daivison, que também estavam registrando ocorrências. Ele havia praticado outro furto e ainda havia tentado sequestrar uma criança para ameaçar sua mãe em troca de dinheiro.

Os casos foram registrados na 14ª DP (Leblon) como furto (artigo 155 do Código Penal) e extorsão (artigo 158 do Código Penal).



RESULTADO DE UMA CAÇAMBA ABARROTADA


PSI


Grupo "Projeto de Segurança de Ipanema" contraria respostas do Governo sobre Linha 4 do Metrô

Após conseguir derrubar, na segunda-feira, a liminar da juíza Neusa Alvarenga Leite, da 14ª Vara de Fazenda Pública do Rio, que impedia o prosseguimento das obras do Metrô da Linha 4, na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, ação cautelar feitas por seis moradores do bairro, o Governo do Estado divulgou nesta terça-feira, uma nota esclarecendo como serão feitas as obras na região. Na semana passada, o "Projeto de Segurança de Ipanema", fez uma manifestação e apontou vários problemas que as obras irão causar.

Entre as respostas do Governo, está uma das ideias da coordenadora do grupo, a moradora do bairro Ignez Barretto , que disse que “ seria preferível fazer a estação do metrô da Praça Nossa Senhora da Paz sem abrir um buraco na praça”. O Estado esclareceu, entre outros pontos, que o método de "vala aberta", ao contrário do afirmado pelo grupo de Ipanema, não será utilizado na Zona Sul. Em treplica, o grupo respondeu cada item do Governo

A liminar concedida pela juíza da 14ª Vara de Fazenda Pública do Rio aconteceu, menos de uma semana depois, do início da instalação dos tapumes na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, para a construção de uma das estações da Linha 4 do metrô. Na sexta-feira passada, acatando a decisão da Justiça, o consórcio Rio Barra, responsável pelo projeto que vai ligar a estação General Osório, em Ipanema, à Barra da Tijuca, retirou todos os operários do canteiro. Na semana passada, o grupo fez uma manifestação na praça, quando pediram que o consórcio e o governo apresentem um projeto e métodos alternativos para a construção da estação.

Sobre as obras da estação Nossa Senhora da Paz, o Governo explicou na nota que a estação será escavada pelo método "cut and cover invertido, com escavação sob laje", que minimiza o prazo de interdição da área, pois permitirá que a maior parte do serviço seja realizada sob a laje, de maneira subterrânea.

A resposta para este item, do “Projeto de Segurança de Ipanema” foi que “ o mesmo o método invertido ocasiona o sacrifício de árvores centenárias, pois em um primeiro momento os métodos são semelhantes, por acontecer a vala aberta

A segunda explicação do Governo sobre o método "Arco Cellulare", proposto pelo grupo de moradores, descrito com sendo "subterrâneo", foi analisado e não se mostrou recomendado por várias razões. Os moradores alegaram, nesta terça-feira, que não foi proposto métdo nenhum.

Para o Estado, a sua utilização demanda a escavação de poços de acesso nas extremidades da praça para execução do tratamento do solo e inserção de estacas horizontais. Tais poços, segundo a nota do Governo, estariam localizados exatamente nos locais com maior incidência de árvores de grande porte, que, no método adotado pelo Estado, não têm que ser retiradas. A solução proposta pelo grupo de Ipanema geraria, portanto, maior impacto ambiental.

Para esta explicação do Governo, a coordenadora do grupo Ignez Barretto disse que “ um poço poderia ser localizado no centro da praça onde se encontra o monumento, facilmente deslocável e sem nenhuma árvore; outros poços menores poderiam ser feitos nas extremidades, por fora da praça,sem sacrifício de nehuma árvore, para servir de acesso à estação final ".

Segundo, ainda, o Governo, a sua utilização é mais recomendada em solos coesivos (argilas com baixíssima permeabilidade), situação que não ocorre na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde existe a presença de areias (solo não coesivo, granular e com alta permeabilidade).

Além disto, segundo o Governo, qualquer falha no tratamento do solo nestas areias, poderia gerar rupturas no terreno da praça, o que recomendaria a manutenção do fechamento da praça. O método do grupo de Ipanema, portanto, não permitiria que a praça continuasse aberta ao público durante a construção da estação.

Para Ignes Barreto, a ruptura nas areias pode se dar em qualquer parte do traçado, em Ipanema e no Leblon, tanto no local das estações como nos túneis escavados com o TBM.

O terceiro item da nota, diz que considerando o solo do local, a adoção dessa tecnologia demandaria mais prazo de interdição da praça e a execução de serviços adicionais para compatibilizá-lo com o método de escavação dos túneis, utilizando o Shield (“tatuzão”). A coordenadora disse, novamente, que “não foi proposto método nenhum”.

O ultimo item do Governo diz que a utilização do método proposto pelo grupo de Ipanema, implicaria maior prazo e maiores custos para a obra da Estação.

Para o grupo, “ os prazos maiores podem acontecer em qualquer das estações e no próprio túnel pois, além dos riscos da ruptura das areias, ao longo do traçado devem ocorrer bolsões de argila mole, que implicam em tratamentos adicionais. antes da escavação. Ignes Barreto explicou, ainda, que “ quantos aos custos, achamos que a maior parte das compensações ambientais orçadas na liçensa de instalação (R$1.569 milhão) serão gastos nas estações, com essa metodologia. esta quantia cobre amplamente o custo de qualquer estação”.

Na semana passada, durante a manifestação, o grupo Projeto de Segurança de Ipanema”, fez um apelo para que o Governador e o Secretário de Transportes adiassem o início da construção da estação de metrô na Praça Nossa Senhora da Paz e que aceitasse o diálogo sobre o projeto alternativo que preserva a Praça intacta com todas as suas atuais árvores e ainda mantém a nova estação de metrô na região da Praça. Foram colhidas 20 mil assinaturas pedindo a preservação total da Praça. Para o grupo, a proposta é fazer a estação fora da Praça, com o objetivo de evitar que se transforme numa imensa calçada agitada, com pessoas indo e vindo apressadas





PAGAMENTO DA PERÍCIA NA PRAÇA DA PAZ



1 - Amanhã, quinta feira às 11hs. o PSI vai  começar a  coleta pública de fundos para o pagamento da perícia. Vamos estar na praça, com uma caixinha e pedindo a contribuição de todos. Esta ação vai ser reptida , quantas vezes for necessário, ao longo deste processo
.Precisamos de pessoas que possam se revezar com o grupo inicial porque quanto mais tempo ficarmos na praça , mais dinheiro a gente recolhe.
 
2- abrimos uma conta conjunta de poupança cuja titular é a Sylma com o objetivo de receber depósitos para pagar os custos da perícia.Segue abaixo o número da conta. Por favor, divulguem , coloquem nos blogs e facebook, façam seus depósitos.
Esta conta tão logo o processo termine vai ser encerrada imediatamente.

 
Aí vai o nº da conta do PSI para arrecadar fundos para pagamento da perícia e outros custos referentes à causa de preservação  da Pça N. S. da Paz...
 
Banco HSBC
 
Ag. 0310
 
C/p - 018177-0
 
Obrigada,
 
Sylma e Ignez

METRÔ

O que é Ipanema?
segundo morador :

Quando vim morar em Ipanema, depois que me casei em maio 2005,
não encontrei no Bairro nenhuma Associação de Moradores que pudesse fazer reclamações ou até mesmo participar.
Na época, nem  mesmo saberia dizer se existia alguma organização.
Tempos depois fiquei sabendo de uma legenda -  PSI, e nesse grupo tinha como referência alguns conhecidos,
mas me parecia um projeto voltado apenas para a parte de segurança e comercio. 

Dentre tantos problemas do bairro, surge um grande desafio, no momento da mortandade de
todas as Cácias da Rua Barão da torre (2008)
Como morador dessa rua não poderia deixar de me envolver.
Desenvolvi o Blog Amigos de Ipanema, distribui impressos, mobilizei a mídia, convoquei especialistas, ministros e secretários, sempre
apoiado por moradores que preferiam não "dar as caras", esse é o jeitão da burguesia. Mas recebi muita ajuda, afinal de contas a causa era nobre.
Descobri também que nem todos gostam de árvores.

Foi por essa situação que alem das pessoas dispostas a tentar lutar pelo entendimento da causa e pelo replantio de toda a rua,
foi na etapa final de todo o processo, que surgiu a AMIPANEMA, com o proposito de trazer a atuação um entendimento com prefeitura e etc.
E toda a ajuda é sempre bem vinda.

Ter uma Associação de Moradores presencial é muito importante para um bairro,
e fui convidado para completar o quadro de colaboradores da recém conhecida Associação.
O tempo passa e os assuntos particulares e individuais nos dominam a ponto de interesses públicos e coletivos
ficarem em segundo plano e assim não participei tanto da Amipanema.

Como diz um diretor de uma multinacional que tb não vou citar o nome:
- O Brasil é o único lugar do mundo onde fazer as coisas individualmente, por conta própria,
e mais fácil e mais barato do que quando coletivamente.

Hoje quando leio uma noticia dessa envolvendo a Associação de moradores (não importa qual seja, de Ipanema ou Madureira)
Que tenta justificar um episódio, onde, mesmo se não houvesse a manifestação replicada (me refiro aos abaixo assinados),
e se coloca como VOZ de Ipanema e de todos os moradores,
favorável a uma obra (intervenção imposta) onde o diálogo nitidamente e comprovadamente nunca existiu,

é simplesmente irreconhecível e cabuloso!!

EMAIL RECEBIDO

 

 
Por favor , coloque no face , no blog , mande p/o G1 , e para mais a quem interessar possa  :
 
Insistir na tese de " elitismo " é , no mínimo , muita ignorância , para não dizer burrice , coisa de gente que não tem mesmo outro argumento mais concreto.Por que :
 
(1) Estação de Metrô em Ipanema , não é novidade - Estação General Osorio foi inaugurada em dezembro de 2009.Antes, ninguém do bairro havia se manifestado, contrariamente  :
 
(2) Os não-residentes  já tinham acessibilidade ao bairro famoso através das muitas linhas de ônibus , com pontos finais na Praça Gal.Osorio e Posto 6, próximo ao Arpoador.Quem vinha , continuará vindo, portanto ;
 
(3) A Presidente da AMIpanema sempre é contatada, quando querem - os responsaveis pela obra - alguma opinião que lhes seja favoravel.Curioso que a minha associação - AMORI / Associação de Moradores Recanto de Ipanema , constituída no ano de 2000 ,mais antiga portanto e registrada com CNPJ  , jamais foi consultada.A AMORI sempre apoiou  as manifestações pró-Praça , promovidas pelo Projeto de Segurança de Ipanema.Na ultima pesquisa  feita em 2011 , porta a porta , 98% dos associados da AMORI se manifestaram contra a construção da Estação N.Sra.da Paz.Pesquisa que foi encaminhada ao Ministério Publico.Na AGO de ontem , 29/10/12, constituiu comissão que acompanhará o tal " estudo " ( Me engana que eu gosto ) para o tunel no Maciço e respiradouros, na Lagoa ;
 
(4)Que tanto ódio destilado é esse , Meu Deus ?! Ipanema tem um conjunto de pessoas diferenciadas , sim : São socialites , empresários ...mas também aposentados " barnabés " ; estudantes ; trabalhadores de um modo geral.
Tem também o bairro famoso ( insisto no " famoso " porque já percebí que a grita daqueles que  não se conformam com a nossa resistência ,nossa garra tem um nome : INVEJA ! ) uma Comunidade , ex-favela Cantagalo , cravada no Maciço de mesmo nome , há mais de 40 anos.Mesmos problemas vivenciados pelos moradores do  Complexo do Alemão ...;
 
(5)O jornalzinho distribuído pelo Consorcio RIOBarra mostra a ilustração da futura estação adentrando a Praça.Várias árvores de grande porte serão destruídas.Logo, será descaracterizada, sim.E , pior, tombamento desrespeitado.Tombamento que bem se vê -  " Made in Brazil ".E como já disseram antes : Este não é um País sério ...
 
O argumento utilizado pelo Governo - divulgado no jornal hoje -  para derrubar a Liminar obtida pelos 6 moradores, é fraco.Na Audiência Publica de 27/02/2012 o Promotor Carlos Saturnino proferiu que " O estudo é imprestável.Deve ser refeito ".Foi aplaudisíssimo por 500 pessoas , inclusive Freixo,Molon, Andrea Gouvea Vieira, Luiz Paulo Correa da Rocha, presentes.Essa história de que o estudo existe Há 3 anos...esquisito, para não dizer suspeito !
 
A luta continua.Os cães ladram, a caravana passa... " 
 
Avante , Ipanema !
Abraços fortes, destemidos ,
Grace 

METRÔ


MINORITÀRIA ????  NÓS TEMOS 20 MIL ASSINATURAS  E VOCÊS ??????

QUEM É O XERIFE DE IPANEMA ???? QUEM MANDA MAIS ??????

NÓS SOMOS APENAS MORADORES  VOLUNTÁRIOS !




Estado consegue liminar autorizando obras do metrô


Governo do estado conseguiu na Justiça suspender a liminar obtida por moradores que impedia início das obras do metrô na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema

POR Christina Nascimento

Rio - O estado conseguiu nesta segunda-feira na Justiça suspender a liminar que determinou a paralisação das obras do metrô na Praça Nossa Senhora da Paz. As intervenções são para ligar a Estação General Osório, em Ipanema, à Barra da Tijuca. O governo argumentou que a obra foi precedida por três anos de estudos e projetos.

A liminar que parou as atividades na praça foi concedida sexta-feira pela juíza da 14ª Vara de Fazenda Pública, Neusa Regina Leite. Seis moradores entraram com o pedido. Eles alegaram que dezenas de árvores seriam derrubadas para a instalação de canteiro de obras.

“O governo se manteve irredutível a ouvir o que pede a sociedade. Vamos entrar com agravo de instrumento para tentar novamente que a obra volte a ser parada. Precisamos ser ouvidos. Não somos contra o metrô, mas queremos a preservação ambiental”, disse o diretor do Projeto de Segurança de Ipanema, Tony Teixeira, que mora em Copacabana.



Obras da Linha 4 do Metrô foram embargadas, mas Justiça concedeu liminar que permite continuidade
Foto: Paulo Araújo / Agência O DiaO presidente da Associação de Moradores e Amigos de Ipanema, Carlos Monjardim, criticou a ação para paralisar a obra: “Esse grupo é minoritário. Está configurado que eles têm um empurrãozinho político. Quem articula o movimento, nem mora em Ipanema ou no Leblon”.

A praça Nossa Senhora da Paz teria 40% de sua área isolada por tapumes este mês. A promessa era de que em um ano e meio a população teria metade da praça de volta, com a maior parte das árvores preservada, além do plantio de outras 100. Os tapumes da Linha 4 já tomam, também, a Praça Antero de Quental e o Jardim e Alah.



ORLA


OPERAÇÃO DE ORDENAMENTO DAS PRAIAS COMEÇA HOJE

Com objetivo de ordenar as areias do Rio, a OPERAÇÃO VERÃO 2013 chega às praias cariocas mais cedo: hoje, dia 30 de outubro. Os destaques da fiscalização de praias neste verão serão as 36 barreiras de contenção para coibir o comércio ambulante não autorizado nas imediações da praia em áreas de Unidade de Ordem Pública (UOP) e o patrulhamento a pé no espelho d'água. A prática esportiva (frescobol, altinho, fresbee, entre outros) à beira d'água está proibida das 8h às 17h. Durante esse horário, a prática de esportes só é permitida junto ao calçadão. O uso de cerol em pipas e cachorro na areia é proibido em qualquer horário. Os agentes da Ordem Pública distribuirão panfletos educativos a fim de orientar e reafirmar as ações da fiscalização em nome das boas regras de convivência no principal espaço de lazer da cidade.

ÁREA DA FISCALIZAÇÃO

A área de atuação da fiscalização nas praias está compreendida entre o Flamengo e Recreio dos Bandeirantes. Serão mobilizados 474 agentes, entre GMs agentes de controle urbano, operadores reboques e do Grupamento de Ações Especiais da Seop. Nos fins de semana o efetivo será aumentado e passará a ter 100 agentes a mais em relação aos dias de semana. Serão destinados 16 reboques para atuar contra o estacionamento irregular na orla.



AS PRAIAS DE CARA NOVA NO VERÃO 2013


Vestir as praias do Rio com texturas de cores tiradas da própria paisagem (a areia, o pôr do sol, o azul e verde do mar e do céu) é o objetivo da Prefeitura do Rio ao aprovar a proposta feita pela Associação de Barraqueiros de Praia para os novos guarda-sóis da orla. Quem assina as padronagens é a designer Leila Fittipaldi. As novas texturas e cores porão fim à monocromia do vermelho. Os guarda-sóis serão feitos e distribuídos aos barraqueiros pela Ascolpra (Associação do Comércio Legalizado de Praia) a partir de 10 de dezembro.
AS PRAIAS DE CARA NOVA NO VERÃO 2013


Vestir as praias do Rio com texturas de cores tiradas da própria paisagem (a areia, o pôr do sol, o azul e verde do mar e do céu) é o objetivo da Prefeitura do Rio ao aprovar a proposta feita pela Associação de Barraqueiros de Praia para os novos guarda-sóis da orla. Quem assina as padronagens é a designer Leila Fittipaldi. As novas texturas e cores porão fim à monocromia do vermelho. Os guarda-sóis serão feitos e distribuídos aos barraqueiros pela Ascolpra (Associação do Comércio Legalizado de Praia) a partir de 10 de dezembro.

DEPOIS DE UM DOMINGO DE SOL !





METRÔ


METRÔ


A AMIPANEMA FALA APENAS EM NOME DE MEIA DÚZIA DE GATOS PINGADOS ! JÁ O PSI TEM COMPROVADAS MAIS DE 20 MIL ASSINATURAS QUE QUEREM A PRESERVAÇÃO DA PRAÇA !
'Queremos o metrô, não a destruição da praça', diz grupo de Ipanema

Para associação, contrários à obra não querem 'gente diferenciada' no bairro.

Representante nega que grupo seja elitista e pede diálogo com governo do RJ.

Mylène Neno

Do G1 Rio



11 comentáriosApós obter uma liminar na Justiça que suspendeu as obras da Linha 4 do metrô - que vai ligar a Zona Sul do Rio à Barra da Tijuca, na Zona Oeste - o grupo de moradores afirma que não é contra mais uma estação de metrô no bairro e sim contra a destruição da Praça Nossa Senhora da Paz, onde está prevista a construção. "Queremos o metrô, o que não queremos é que a Praça Nossa Senhora da Paz seja destruída pelas obras", afirmou Ignez Barreto, coordenadora do Projeto de Segurança de Ipanema, representante do grupo.

Uma das principais reclamações do grupo, segundo ela, é o método usado nas obras em Ipanema. "O método de construção chamado 'vala aberta', que eles pretendem usar, abre um buracão e tira tudo ao redor. Eles dizem que vão replantar essas árvores centenárias e todos os engenheiros ambientais dizem ser impossível. Já o método subterrâneo, defendido por nós, não atinge a superfície do terreno, não precisa fechar a praça, é sem impacto, sem barulho, sem poeira", explicou Ignez.


Grupo tem maquete para mostrar onde querem que acessos sejam construídos (Foto: Matheus Giffoni/ G1)Nesta segunda-feira (29), o governo do estado conseguiu suspender a liminar obtida pelo grupo. Com isso, as obras da Linha 4 na Zona Sul - que estavam paralisadas desde sábado (27) - serão retomadas nesta terça-feira (30). Mas Ignez afirmou que o grupo vai recorrer.


Obras da Linha 4 do metrô são liberadas após liminar de paralisação Justiça determina suspensão das obras da Linha 4 do metrô no RioEstação do metrô de Ipanema será fechada por dez meses após carnavalInterdições na Zona Sul para a Linha 4 do metrô começam segunda-feiraMoradores reivindicam mudanças no projeto do metrô de IpanemaApesar de a ação ser em nome de seis pessoas, Ignez garante que o grupo tem um respaldo muito maior. "Resolvemos entrar na Justiça com seis pessoas porque tínhamos pressa, já que sabíamos que, após as eleições, as obras começariam. E, além do mais, essas ações são caras. Mas temos mais de 25 mil assinaturas de moradores".

A representante do grupo pede que o governo esteja aberto ao diálogo e ouça as sugestões dos moradores. "Procuramos o governo, levamos nossas sugestões, pedimos para o governo ouvi-las, para marcar reunião. Uma obra que vai ter tamanho impacto no bairro não pode ser feita sem que as pessoas sejam ouvidas. Queremos que o governo tenha transparência, dê garantias de que nem a população e nem os imóveis corram risco onde vai passar o 'tatuzão' no subsolo", completou.

'Gente diferenciada'

A presidente da Associação de Moradores de Ipanema (AMIpanema), Maria Amélia Loureiro, garante que houve diálogo. "Houve várias reuniões com associações registradas, com CNPJ, que representam o bairro; participamos o tempo inteiro", afirmou. "Queremos a estação, a praça não vai ser destruída, a estação será construída embaixo do miolo da praça, negociamos que os acessos fossem construídos do lado de fora da praça. Esse acesso vai ser tão reservado. O que não pode é impedir que se entre na praça", avaliou.

Para Maria Amélia, o que esse grupo pretende, na verdade, é tentar impedir a chegada de moradores de outras áreas, como o subúrbio do Rio, ao bairro da Zona Sul. "Esse movimento é preconceituoso, não quer que 'gente diferenciada' venha para Ipanema", disse a presidente da AMIpanema, citando termo que teria sido usado por moradores de Higienópolis, bairro nobre de São Paulo, que queriam impedir a construção de uma estação do metrô em avenida da região. Depois do protesto dos moradores, a empresa desistiu de construir estação naquele local.

"É claro que a nova estação vai atrair muita gente para o bairro, vai ter uma superpopulação. É complicado, mas não podemos impedir. Uns poucos não querem o metrô, mas os milhões que formam a população do Rio de Janeiro querem, os estudantes, os trabalhadores, os comerciantes, os turistas", avaliou. "Quem não quer são as socialites que moram em Ipanema. Mas elas nunca tomaram o metrô e nem vão tomar, têm carros com motoristas", finalizou Maria Amélia.

Mas outra moradora que é contra a construção dos acessos ao lado dos portões da praça negou. "Nosso grupo não é nada elitista. Não somos contra a construção do metrô. Queremos o metrô, mas não dentro da praça, uma das poucas da Zona Sul do Rio", disse Ana Paula Romeiro.

Maquete de acessos

Em agosto, o grupo que defende mudanças no projeto da Estação Nossa Senhora da Paz levou para as ruas uma maquete em tamanho real para mostrar a localização exata de onde gostaria que fossem construídos os acessos: em frente à praça, mas do outro lado da rua, nas calçadas da Rua Visconde de Pirajá, nas esquinas das ruas Maria Quitéria e Joana Angélica.

A localização distribuída em quatro pontos, de forma que os usuários do metrô não precisem passar por dentro da praça.

Posição da Linha 4

O Consórcio Linha 4 Sul do metrô afirma que o projeto foi debatido com a população e que foram feitas duas audiências públicas, além de encontros com associações de moradores e de empresários.

Ainda segundo o consórcio, os acessos à estação foram definidos através de estudos que levaram em conta critérios de engenharia, segurança, comodidade e demanda. A empresa afirma que os usuários não vão precisar entrar ou cruzar a praça para acessar o metrô.

O metrô também alega que as mudanças pedidas pelo grupo de moradores tornaria a obra mais cara, colocaria em risco as estruturas de prédios vizinhos e não eliminaria a necessidade de escavações na região da Praça Nossa Senhora da Paz.



ANCELMO .COM


Enviado por Ana Paula Romeiro e Ignez Barreto - 
29.10.2012
 | 
17h19m
OPINIÃO

Metrô em Ipanema: diálogo governo-sociedade fora dos trilhos

Por Ana Paula Romeiro e Ignez Barreto*
Muito se tem falado sobre a construção da estação de metrô Nossa Senhora da Paz. A população se organizou e se manifestou de forma pacífica, tem mais de 20.000 assinaturas pela preservação deste espaço, de suas árvores centenárias, não partidarizou a luta, não se posicionou contra a estação e tem propostas viáveis e factíveis para a obra.
É possível fazer a obra pelo método subterrâneo, que não atinge a superfície do terreno, preservando integralmente o ambiente, sem necessidade de se mexer em uma única árvore, sem fechamento da praça para a população, barulho ou poeira. Tudo isso já é bem conhecido de todos. O que nos choca, e é o assunto que abordamos neste momento é o fato de o governo do estado e a prefeitura, esta responsável pela tutela do bem tombado, ignorarem completamente todas as manifestações da sociedade, todas suas tentativas de diálogo e de discussão a respeito de uma obra que vai afetar profundamente a vida de todos os moradores, frequentadores e até mesmo turistas de Ipanema.
Até o momento (semana passada) as obras estão anunciadas para começar de imediato** não se fez uma única audiência pública, reunião ou qualquer encontro entre os responsáveis pela obra e a população. O Projeto de Segurança de Ipanema já enviou diversas correspondências à Casa Civil do governo do estado, ao prefeito, ao Conselho Cultural de Preservação do Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro, apresentando as nossas propostas e sugestões, convidando-os para virem ao bairro conversar com a população. Nem uma palavra de resposta. A sensação é de estarmos batendo contra uma parede de concreto!
É com sentimento de tristeza e frustração que a sociedade se depara com este quadro. A democracia se sustenta justamente nesta simbiose entre a sociedade e os governantes elegidos por ela. A cobrança e a pressão são instrumentos válidos e preciosos que dão vitalidade a este processo. Mas para que esta dinâmica ocorra é necessário que por seu lado a sociedade participe – o que está acontecendo, e por outro que o poder público tenha em contra partida apreço e devida atenção aos movimentos e reivindicações da mesma.
A sociedade tem exercido à exaustão a sua cidadania, oferecendo soluções viáveis e factíveis, buscando de todas as formas possíveis o diálogo com o poder público. Infelizmente, a recusa deste em ser acessível à comunidade leva a todos um prejuízo, muito mais profundo, que é a perda do patrimônio e da memória de nossa cidade – o que já é em si é um custo altíssimo – que é o esgarçar do próprio tecido democrático, o descrédito nas instituições e seus dirigentes.
É vexatório! Só nas ditaduras e que se exerce o poder desta forma – rolo compressor sobre a vontade da população!*Ana Paula Romeiro é jornalista e voluntária do Projeto de Segurança de Ipanema; Ignez Barretto é coordenadora do Projeto de Segurança de Ipanema
** A Justiça concedeu liminar suspendendo as obras do metrô.

METRÔ


Metrô: suspensa liminar que havia paralisado obra em trecho da Linha 4

Estado do Rio alegou que houve três anos de estudos e projetos para construção

RIO — O Governo do Estado do Rio conseguiu que o Tribunal de Justiça suspendesse a liminar que havia mandado paralisar a obra do trecho sul da linha 4 do Metrô Rio. O estado alegou que houve três anos de estudos e projetos para a realização da construção que vai ligar a estação General Osório, em Ipanema, à Barra da Tijuca. Na sexta-feira, a obra havia sido interrompida, menos de uma semana depois do início da instalação dos tapumes na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, para a construção de uma das estações da linha. O consórcio Rio Barra, responsável pelo projeto, havia retirado todos os operários do canteiro, acatando uma decisão da Justiça.
Conforme adiantou Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO, a juíza Neusa Alvarenga Leite, da 14ª Vara de Fazenda Pública do Rio, havia concedido uma liminar impedindo o prosseguimento das obras no local. A decisão determinou que uma equipe de especialistas fizesse uma análise técnica, com vistorias e verificações, de forma a determinar se haveria ou não uma alternativa ao projeto. E afirmaria que, enquanto o laudo não fosse expedido, as obras deveriam ser interrompidas. O governo e o consórcio Rio Barra haviam afirmado que iriam recorrer da decisão.
A ação cautelar que pediu a paralisação foi movida por seis moradores do bairro. Eles fazem parte do Projeto Segurança de Ipanema, um grupo de moradores que vem protestando contra o projeto e que quer que o consórcio e o governo apresentem um projeto e métodos alternativos para a construção da estação.
— Não somos contra a obra, nem contra a Linha 4. Só não queremos que a praça seja destruída, nem que os métodos escolhidos para a construção ponham em risco nossa segurança e nosso bem-estar. Existem técnicas que possibilitam a construção sem que uma cratera tenha que ser aberta na praça. Queremos transparência — disse Ignez Barreto, coordenadora do grupo.
A polêmica em torno da nova estação do metrô na Praça Nossa Senhora da Paz é bem anterior ao início das obras. Parte dos moradores teme que as escavações causem danos às edificações e às árvores da praça. Como não não haviam conseguido impedir o projeto, que já obteve a licença de instalação, os moradores — que fizeram várias manifestações e conseguiram um abaixo-assinado com mais de 19 mil adesões — querem mudar os locais de acesso à estação, previstos para o calçadão no entorno da praça.
Ignez Barreto reclamou que ainda espera um diálogo com o governo do estado, para mostrar que as entradas podem ficar no calçadão da Rua Visconde de Pirajá, o que preservaria a praça e serviria de incremento para o comércio do bairro.
— Queremos mais transparência. Eles se recusam a dialogar. A falar sobre os impactos do projeto e dar garantias de que os prédios não serão afetados. Eles dizem que iriam reconstruir a praça, mas ouvimos vários especialistas que afirmaram que muitas das árvores não poderão ser replantadas. Essa ação foi movida como um ato extremo, uma vez que eles já iam começar a derrubar a praça — afirmou Ignez.
A licença de instalação da estação da Nossa Senhora da Paz de instalação foi apresentada no dia 25 de junho pelo secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e pela presidente do Instituto estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos. A licença foi aprovada com uma série de restrições, entre elas, a redução do número de árvores a serem transplantadas: de 113 para 17. O Conselho Diretor do Inea aprovou ainda a exigência de replantio de 400 árvores no bairro.
Sem divulgar o mapeamento das árvores que serão removidas, o estado garantiu que apenas as árvores menores que ficam na parte central serão transplantadas. Ela serão retiradas e levadas para um horto até que as obras sejam concluídas. Depois, essa árvores serão replantadas na praça. As maiores, localizadas nas extremidades da praça, não serão retiradas.




EMAIL RECEBIDO



ESSES MOTORISTAS ANDAM ENLOUQUECIDOS ,TAL A VELOCIDADE .




Recebi pela internet interessante vídeo focalizando um motorista de ônibus, africano, negro, sendo homenageado pelos dinamarqueses louros, em sua Dinamarca branca, por ocasião de seu aniversário. A homenagem, emocionante, não só para ele mas para todos que a puderam presenciar, até em vídeo, era a recompensa pela sua irrepreensível conduta, não só na arte de conduzir o seu veículo mas, e principalmente, pelo seu relacionamento gentil e solícito para com os seus passageiros.
Senti-me envergonhado pelo que aqui acontece neste serviço publico, apelidado de transporte de massa, muito mais pelo contrato de trabalho a que são sujeitos os motoristas do que pela sua má índole. Afinal, são todos, ou a sua maioria, chefes de família responsáveis.
Tive a oportunidade, durante os meus períodos de ser o responsável pelo trânsito em minha cidade, de tentar coibir este estado de coisas. Não atuei somente em tentar disciplinar o seu procedimento quando dirigindo o seu veículo, na medida em que lhes selei a bomba injetora Bosch, limitando a velocidade em 60k/h; mandei pintar no teto o número de série dos ônibus para facilitar a fiscalização do alto das janelas dos prédios ou de helicóptero; estabeleci uma ronda permanente de motociclistas fiscalizando-os nas pistas do Aterro (Avenida Infante Dom Henrique); mandei desligar suas buzinas, que eram usadas como instrumento de agressão, e, finalmente, não apenas multar seus condutores mas fazê-los frequentar a Escolinha de Reciclagem para corrigi-los ou melhor, educá-los.
Não satisfeito de atuar no efeito de seu contrato de trabalho, atuei na causa, junto às autoridades trabalhistas, no sentido de fiscalizar os deslizes absurdos, então existentes, como o famigerado “bife”, ou seja, o prêmio para aqueles que fizessem mais viagens. Tudo isto foi fruto de uma carta a mim dirigida — por um ex-marinheiro que comigo servira e que havia, ao se retirar da Marinha, se tornado motorista de ônibus — denunciando todos os desrespeitos à dignidade da pessoa humana. Escrevia a mim, de um sanatório de tuberculosos, onde fora internado, vítima desta doença, fruto de seu trabalho desumano. (Já repararam que não existe uma previsão do lugar e tempo em que os motoristas possam se alimentar ou realizar suas necessidades fisiológicas?). Infelizmente, por motivos que não me cabe avaliar, tais medidas sofreram solução de continuidade e, hoje, não sei se existe alguma delas.
No sábado passado (20/10) o jornal O Globo, com o título Os ônibus no cabresto , noticiava, elogiando, as medidas corajosas e civilizadas adotadas pelo laborioso secretário, Alexandre Sansão, recorrendo a medidas eletrônicas para a fiscalização dos coletivos. Bravo! Mais uma medida corajosa para enfrentar o forte e poderoso lobby dos proprietários de ônibus. Pretende ela poder registrar as irregularidades, segundo a notícia, mais comuns, a saber: identificar os infratores; o atendimento noturno, o excesso de lotação, o não atendimento às paradas, a obstrução dos cruzamentos, o tempo de viagem, a falta de respeito aos idosos.
Desejo sucesso e, se possível, que a medida fiscalize as causas destas irregularidades. Vai se surpreender. Quem sabe, dentro de alguns anos, possamos assistir  à mesma cena que recebi na internet, só não sabendo dizer quem será o homenageado, se o motorista, o empresário de ônibus ou a autoridade pública responsável pela normalidade deste importante meio de transporte público.

* Celso Franco, oficial de Marinha reformado (comandante), foi diretor de Trânsito do antigo estado da Guanabara e pre
Jornal do Brasil, 29/10/2012