BANDA DE IPANEMA - HOJE





PARABÉNS !!!!

SUCESSO DE ORGANIZAÇÃO !! NENHUM CAMELÔ DENTRO DA BANDA,CAMINHÃO DA COMLURB ATRÁS RECOLENDO O LIXO DEIXADO,VÁRIOS BANHEIROS QUÍMICOS COLOCADOS NA PRAÇA GENERAL OSÓRIO.

POLICIAMENTO POR TODOS OS LADOS,TANTO DA PM QUANTO GM.

TUDO CORREU EM PAZ,ENQUANTO ESTAVA PRESENTE.

Banda de Ipanema lota a Vieira Souto


Rafael Galdo

RIO - A Banda de Ipanema tomou a Avenida Vieira Souto, em Ipanema, no final da tarde deste sábado e vem embalando os foliões desde às 17h30 ao som de marchinhas e sambas. Para garantir uma festa segura, 50 policiais, 70 guardas municipais e 14 agentes do controle urbano da prefeitura acompanham o desfile. O personagem que mais faz sucesso na banda são as "carmens mirandas", em homenagem ao centenário da atriz e cantora.

REI DA PRAIA




Rei da Praia começa nesta sábado em Ipanema

Concentração e seriedade marcam a coletiva de imprensa.

A seriedade dos atletas foi a tônica da coletiva de imprensa do Rei da Praia, realizada na manhã desta sexta-feira, na arena de Ipanema. Os oito atletas que vão participar do evento – Emanuel, Ricardo, Pedro Cunha, Pedro Solberg, Márcio, Fábio Luiz, Harley e Franco – mostraram que estão focados e concentrados na competição mesmo fora da quadra. A disputa pela coroa acontece neste sábado e no domingo, dias 7 e 8 de fevereiro, em frente à Rua Paul Redfern, no Rio. No sábado, os jogos começarão às 10h. A final, no domingo, será às 10h30. A entrada é gratuita. O SporTV 2 transmite as partidas.

Único tricampeão do Rei da Praia e atual detentor da coroa, Emanuel fala da rivalidade do torneio. “A cara fechada dos atletas não quer dizer que estamos brigados uns com os outros. Isso é para mostrar a competitividade do evento. Todo mundo quer a coroa”, garante o campeão olímpico de Atenas. Ricardo, o único a ter participado de todas as edições do Rei da Praia, concorda: “O legal do torneio é a superação dos atletas em cada partida para ser coroado no fim. É uma competição muito difícil”, afirma Ricardo, que ano passado bateu na trave, em final contra Emanuel.

Melhor jogador de 2008, segundo a Federação Internacional de Vôlei (Fivb), Harley, espera ansioso a hora de dividir a quadra com Emanuel. "É o único com quem ainda não joguei, e é uma pessoa que me dou muito bem. Ele é meu padrinho de casamento", conta. Experiência semelhante teve Pedro Solberg ano passado. “Joguei ao lado de Emanuel e é inacreditável o quanto eu aprendi em apenas um set. Ele passa muita tranquilidade. Agora quero jogar com Ricardo na final”, diz.

Se depender da vontade de Fábio Luiz, a trajetória dos outros atletas não será fácil no Rei da Praia. “Já ganhei a coroa uma vez (2007) e ser Rei no meio desses atletas de excelente nível técnico dá uma satisfação muito grande. Não vai faltar garra e vibração de minha parte”, afirma o medalha de prata em Pequim. Seu parceiro Marcio, que desembarcou hoje no Rio e foi direto para a coletiva, também está animado: “aqui é uma preparação para o resto do ano”.
Pedro Cunha, que começa essa temporada de parceria nova, com Pedro Solberg, também está motivado. “Nunca cheguei a uma final do Rei da Praia. Se eu ou o Solberg conseguirmos essa coroa vai dar mais confiança para a gente começar esse novo ciclo olímpico”, disse. Franco adverte que esse pode ser seu último Rei da Praia. “Ano passado não sabia se estaria aqui esse ano. É muito gratificante participar desse torneio, ainda fazer parte da elite do vôlei de praia. A coroa é muito cobiçada. Acho que vou sensibilizar os juizes para me dar um apoio para conquistá-la, vou apelar dizendo que essa pode ser minha última participação”, se diverte Franco.

O Rei da Praia tem organização da MaxSports, Intersport e da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). O evento tem patrocínio do Banco BMG, Lenovo, Nívea, Fiat, Matte Leão, Metro Rio, Piraquê e SESI. Apoio da Prefeitura do Rio, Hotel Marina, Kinoplex, Prophylaxis, Proforma, Olympikus, Sorvete Itália e Domino´s pizza.

BLOCOS DE CANAVAL

Blocos de Carnaval superam crise, atraem turistas e lotam ruas do Rio

Na edição de 5 de março de 1957, reportagem da Folha da Manhã um dos jornais que originaram esta Folha afirmava: "Carnaval de rua do Rio está decadente".
Há 52 anos, relatava "blocos vazios e muitos cariocas fora da cidade". Pois é hora de uma nova manchete: o Carnaval de rua do Rio está em ascensão. Os blocos, que começam a desfilar hoje, estão superlotados, não só por cariocas, mas também por turistas que escolhem o Rio como destino para o Carnaval.
A festa começa com os blocos que iniciaram a revitalização do Carnaval de rua a partir dos anos 80. Precursores do movimento que nasceu tímido na zona sul e ganhou a cidade, os desfiles de hoje envolvem a Banda de Ipanema, o Nem Muda Nem Sai de Cima e Imprensa que Eu Gamo, entre outros.
O Simpatia é Quase Amor e o Suvaco de Cristo, dois dos que mais arrastam multidão, dão a largada para a folia na semana que vem. O que pode parecer uma antecipação do calendário carnavalesco, na verdade foi uma "necessidade".
"O Carnaval de rua do Rio andou morno até mais ou menos o início de 2000. Até então, os blocos saíam antes do Carnaval propriamente dito, como o Suvaco e o Simpatia, porque os organizadores desses blocos passavam o Carnaval em Recife", diz João Cavalcanti, do grupo de samba Casuarina, que desde 1988, ainda na infância, sai no Suvaco de Cristo. Há dois anos ele é um dos compositores do samba-enredo do bloco.
"Nos primeiros desfiles, havia meia dúzia de gatos pingados em volta do carro de som", lembra Cavalcanti. "Hoje, o Suvaco junta 60 mil pessoas". Não cresceu apenas o número de foliões, mas também o de blocos.
A Riotur calcula que existam hoje, no Rio, mais de 400. Na esteira deste crescimento, dois estreantes chamam atenção neste ano. ´
O primeiro é o A Coisa Tá Preta, capitaneado por Preta Gil e com hino composto por Carlinhos Brown, que sai em Ipanema.
O outro é o Sapucapeto, idealizado pela estilista Isabela Capeto e pelo produtor e compositor Leandro Sapucahy. A ideia surgiu em um desfile de Capeto na Claro Rio Summer, em 2008, em que ela convidou Sapucahy para fazer uma roda de samba. Acabou virando um bloco. Criado em 1997 a partir de um grupo ligado às manifestações musicais das festas populares brasileiras, o Cordão do Boitatá trouxe de volta a tradição das marchinhas com foliões fantasiados na Praça 15. Com um instrumental de metais, percussão, violão, cavaquinho e acordeom, musicalmente é um dos melhores do Rio.
Já o Monobloco e a Bangalafumenga adaptaram estilos tão variados quanto o rock, o funk, a música nordestina e a MPB ao ritmo de uma bateria de escola de samba. Sob o comando do compositor Rodrigo Maranhão, o Banga desfila à margem do Jardim Botânico. Não há restrições de gênero ou estilo.
O Rio Maracatu, por exemplo, traz um pouco de Pernambuco para a praia de Ipanema. E nas ladeiras de Santa Teresa acontece o desfile mais peculiar.
Com integrantes de vários países da América do Sul, o Songoro Cosongo promove o seu "Carnaval psicotropical" ao som de ritmos latinos.
Fonte :
Folha de S.Paulo

DESFILE DE MODAS

Entidades sociais promovem desfile de moda no calçadão de Ipanema

Elenilce Bottari

O evento Moda Cidadania - Apaixonados pelo Brasil _ um desfile de moda, a céu aberto com a participação de 40 modelos, acontece neste domingo, no calçadão da praia de Ipanema (Posto 8). As modelos e as costureiras foram capacitados através dos projetos sociais Lente dos Sonhos e Dream Models e vêm das comunidades da Rocinha, Vidigal, Complexo do Alemão, Cidade de Deus, e Gramacho, na Baixada Fluminense. O evento conta com o apoio da Sub-Prefeitura da Zona Sul do Rio de Janeiro, Instituto Embeleze, Fasano Hotels, Viva Rio, entre outros, e terá a participaçãoda ex-modelo e atual apresentadora do programa de TV Decora Brasil, Cristina Brasil, e DJ Anderson.
Tendo como tema as cores da bandeira brasileira, a coleção "Apaixonados pelo Brasil" nasceu da idéia de três empreendedoras sociais: Cristina Leonardo (advogada de Direitos Humanos), Leninha Santos (consultora de moda) e Solange Oliveira (professora de arte). Ana Almada é a estilista. As 4 cores representam a diversidade e a valorização da identidade cultural brasileira. E o objetivo maior é gerar oportunidade de trabalho para a "Turma das Comunidades" no mercado nacional e internacional da moda e design, abrindo um espaço criativo na economia solidária (fair trade), tornando real a união de nossa "cidade partida", através da interação dos diversos segmentos da sociedade