BREVE COMEÇA !


Autorização para desfile de blocos de rua para carnaval 2013 será feita pela internet

Essa é a primeira vez que a Riotur usa a internet para os pedidos de autorização


Autorização para desfile de blocos de rua para carnaval 2013 será feita pela internet. Na foto, desfile do Monobloco em fevereiro deste ano
Foto: Arquivo O Globo / Ana Branco
Autorização para desfile de blocos de rua para carnaval 2013 será feita pela internet. Na foto, desfile do Monobloco em fevereiro deste anoARQUIVO O GLOBO / ANA BRANCO
RIO - Os organizadores dos blocos de rua poderão pedir a autorização para o carnaval 2013 pela internet. O preenchimento do cadastro no site www.carnavalderua2013.com.br poderá ser feito a partir desta quarta-feira até o dia 10 de outubro. Os pedidos serão analisados pela Riotur, que poderá mudar trajetos e horários de desfiles caso seja necessário.
O secretário Especial de Turismo, Pedro Guimarães, disse, em entrevista coletiva, que o site será monitorado online pela equipe da Riotur para que as informações complementares sejam exigidas dos organizadores.
Os critérios para conseguir a autorização para desfile continuam os mesmos do carnaval deste ano, segundo o secretário. Entre os requisitos, estão a tradição do bloco, tempo de desfile, número de foliões e área da cidade. Na Zona Sul, os números continuam limitados.
Entre os dias 1º e 10 de dezembro de 2012, a Riotur emitirá uma autorização preliminar. A definitiva, no entanto, só será fornecida entre os dias 2 e 9 de janeiro de 2013, após análise dos dados enviados e de documentação.
Duas portarias referentes ao Carnaval 2013 foram divulgadas no Diário Oficial desta quarta-feira. Uma delas estabelece limites para os desfiles de blocos nos bairros do Leblon, Ipanema, Copacabana, Leme, Gávea, Jardim Botânico, Humaitá, Botafogo e Laranjeiras, devido ao expressivo crescimento do carnaval de rua nesses locais. A outra define critérios para a utilização de carros de som nas orlas de Leblon e Ipanema durante os desfiles dos blocos.


RIO 40º


No Rio, calor de quase 40ºC lota praia de cariocas e turistas em plena quarta

Ipanema foi um dos cenários mais requisitados pelos banhistas.
Segundo Inmet, é o dia mais quente do ano.

Cristiane CardosoDo G1 Rio
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Cariocas e turistas aproveitam a quarta-feira (19) ensolarada (Foto: Cristiane Cardoso/G1)Cariocas e turistas aproveitam a quarta-feira (19) ensolarada em pleno setembro. (Foto: Cristiane Cardoso/G1)
No termômetro do posto 9, na praia de Ipanema, Zona Sul do Rio, um calor de 38 graus é registrado por volta das 13h desta quarta-feira (19).  Nas areias da praia, estudantes, trabalhadores cariocas e turistas aproveitavam o verão antecipado. Segundo o Instituto Nacional de Metereologia, é o dia mais quente do ano.
A aposentada Teresa Pfister foge do calor do meio dia embaixo da barraca (Foto: Cristiane Cardoso/G1)Aposentada Teresa Pfister foge do sol do meio dia
debaixo da barraca.(Foto: Cristiane Cardoso/G1)
Ana Cecília de Sales, de 41 anos, chegou à praia por volta de 13h. Até o horário do seu trabalho, a empresária desfrutou de uma hora e meia de mar carioca, segundo informou.
"Eu faço o meu horário. Então, hoje eu tenho até uma hora e meia para aproveitar", declarou Ana Cecília.
A aposentada Teresa Pfister, de 58 anos, também quis tirar vantagem do dia de calor. Moradora de São José do Turvo, distrito de Barra do Piraí, interior do Rio de Janeiro, ela, que chegou à praia às 10h30, se refugiou debaixo da barraca para fugir do sol de meio-dia.
"Estou aproveitando o sol mais ou menos. Estou escondidinha aqui embaixo da barraca porque neste horário, o sol é muito forte", contou a aposentada.
Moradoras do Estácio, Taiane Daflon, de 19, aproveitam o descanso do estudo na praia. "Hoje não teve aula, então vim praia", contou.
No Rio, o calor intenso na manhã e tarde desta quarta-feira (19). (Foto: Cristiane Cardoso/G1)No Rio, o calor intenso na manhã e tarde desta
quarta-feira (19). (Foto: Cristiane Cardoso/G1)
Havia também quem estivesse desfrutando do tempo sem trabalho para apreciar um dos cartões postais mais requisitados do Rio.
Os amigos Bruno Santos, de 29 anos, e Alex Alves, de 32, que se refrescaram do calor com um banho de mar e uma cerveja gelada, chegaram por volta do 12h com a intenção de ficar até 16h.
Já a cabeleireira Elaine Araújo, de 23 anos, se deu uma folga para aproveitar a praia com a amiga Rafaela Farias, de 24, estudante de radiologia.
"Hoje ela está de patroa (referindo-se a Elaine). Eu só vou ficar aqui na praia até umas 15h30 porque hoje eu tenho aula na faculdade", contou Rafaela.
Em Copacabana, na Avenida Atlântica, termômetro chegou a marcar 43 graus. (Foto: Cristiane Cardoso/G1)Em Copacabana, termômetro chegou a marcar
43 graus. (Foto: Cristiane Cardoso/G1)
Em Copacabana, o termômetro da Avenida Atlântica com Joaquim Nabuco chegou a registrar 43 graus por volta das 11h. Para se refrescar do intenso sol, além do banho de mar, os chuveirinhos foram requisitados pelos banhistas.
Segundo meteorologia, não há previsão de chuva para esta quarta. Para o fim de semana, contudo, há previsão de tempo chuvoso durante o dia e a noite. A umidade relativa do ar foi reistrada abaixo de 50% no período da tarde.

CARTÃO POSTAL????????ONDE??????


Moradores de rua montam acampamento em Ipanema

Com pedaços de papelão, eles improvisam abrigo na areia

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No cartão-postal. Uma barraca montada por moradores de rua na Praia de Ipanema: os mendigos ocuparam uma área de vegetação de restinga
Foto: Pablo Jacob / O Globo
No cartão-postal. Uma barraca montada por moradores de rua na Praia de Ipanema: os mendigos ocuparam uma área de vegetação de restingaPABLO JACOB / O GLOBO
RIO - Morar de frente para o mar de Ipanema, um dos endereços mais famosos do Brasil, mais precisamente no quarteirão da Avenida Vieira Souto entre a Rua Aníbal de Mendonça e a Avenida Henrique Dumont. Uma realidade para poucos, numa área da cidade onde o metro quadrado custa, em média, R$ 35 mil. Foi esse o local, um dos mais belos cartões-postais do Rio, escolhido por um grupo de moradores de rua para montar acampamento. Com pedaços de papelão, eles instalaram uma pequena cabana na areia, em meio à vegetação de restinga, uma área de proteção ambiental. Agentes da Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop) contam que já os retiraram do local várias vezes, mas eles sempre retornam.
Moradores do bairro reclamam da desordem, como mostrou a colunista Lu Lacerda em seu blog, na segunda-feira. Além de acamparem na areia de Ipanema, os moradores de rua fazem fogueiras e todas as necessidades fisiológicas no local. Na terça-feira, por volta das 10h e num calor de mais de 34 graus, um homem dormia tranquilamente debaixo da casinha de papelão. Na calçada junto aos prédios, na esquina da Henrique Dumont, uma mulher carregava os seus pertences e transformou o canteiro em casa.
Cerca é usada como cabide e varal
Roselene Moraes, que vive na Rua Prudente de Morais e frequenta diariamente a praia, disse que o número de moradores de rua aumentou no bairro. Ela contou que, à noite, são montados acampamentos em vários pontos da praia.
— Quem passa no calçadão não consegue ver os que estão no meio da vegetação. Eles ficam nas cabanas à noite e chegam a usar a cerca de arame, instalada para proteger a vegetação, como cabide e varal — reclama Roselene.
A Seop informou que rotineiramente tem tirado as pessoas desses locais e que a sua atribuição é apenas impedir que elas se fixem em áreas públicas.
Já a Secretaria municipal de Assistência Social informou que, desde janeiro, 2.200 moradores de rua foram abordados na orla do Leblon ao Leme. Do total, 1.084 foram recolhidos de dia e 1.116, pela equipe de abordagem noturna (que atua das 22h às 4h). Cinquenta por cento eram adultos, 10% idosos, 22% crianças ou adolescentes e 18% jovens.
A própria Secretaria de Assistência Social reconhece, no entanto, que esse número pode incluir abordagens feitas a uma mesma pessoa, já que os abrigos não são fechados, no caso dos adultos, e muitos preferem não permanecer no local, voltando para as ruas.

ATA 10 -SET


ATA  REUNIÃO PSI – 10-SET-2012

1-      “PROJETO MEU RIO”

2-      Panela de Pressão
O PSI está elaborando um texto a ser enviado para a página Panela de Pressão da plataforma Meu Rio. O objetivo é pressionar:
Governo do Estado do RJ
- chefe e sub-chefe da casa civil do Governo do RJ
Prefeitura Municipal  do RJ
Conselho  Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural do Rio
Secretaria Municipal do Meio Ambiente
O assunto será a preservação da Praça Nossa Sra da Paz c/ suas características ambientais e suas árvores centenárias.

3-      AÇÃO CAUTELAR PRODUÇÃO ANTECIPADA DE PROVAS
A  minuta já está pronta, dependendo de algumas assinaturas. Achilles Lobo será o advogado representante dos moradores de Ipanema. A ação define alternativas da obra Metrô -Ipanema, assegurando as estruturas dos imóveis que estarão na rota do “Tatuzão”. Esta ação obriga o governo do estado a responder no prazo de 90 dias.

4-      AÇÃO POPULAR
Ficará para depois de Ação Cautelar.

5-      MINISTÉRIO PÚBLICO Federal
Não aceitou a ação, já que o BNDES, financiador da obra, é órgão federal.

6-      IPHAN
Vai enviar comunicação oficial se será aceito.

SUGESTÕES:
- Tony: enviar cartas para os síndicos das ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá, alertando para os riscos às estruturas dos prédios situados nessas ruas.
- Eliane Mattos: documentos do governo em relação a um seguro para os moradores dos prédios localizados na rota do “Tatuzão”.
Eliane Mattos assessora da Aspásia Camargo sugeriu que a Alerj solicitasse uma audiência pública  para a discussão da obra do metrô em Ipanema – Praça N. Sra. da Paz e passagem do tatuzão -  a ser realizada  na  ALERJ com  representantes do governo estadual,  a fim de tratar do projeto das obras do Metrô-Ipanema, enfatizando e garantindo a segurança dos imóveis localizados nas ruas por onde o “Tatuzão” irá passar, evitando desabamentos e danos maiores aos mesmos e aos moradores. Também nesta audiência vai ser debatida a questão da obra subterrânea. Por que o governo insiste em construir a estação em obra a céu aberto, se existe tecnologia para fazer a obra subterrânea que não vai causar interrupção do trânsito, fechamento da praça para a população durante as obras, barulho, poeira e sobre tudo a preservação integral da cobertura verde , uma vez que este tipo de obra não atinge a superfície.

7-      OBRAS METRÔ-IPANEMA
Por que a céu aberto e não subterrânea ?
Este debate ao qual o governo não poderá se furtar de comparecer, será providenciada, após as eleições

PRÓXIMA REUNIÃO: 24/SETEMBRO, 2ª FEIRA, 18H – COLÉGIO NOTRE DAME

Ata elaborada por Bernadete Pinheiro