ata logistica reversa da praia
Ata da quarta Reunião da Logística Reversa da praia.
Aos vinte e nove dias março de 2010, reuniram se, às 15 horas, no escritório do pró-rio, Av. Nossa Senhora de Copacabana, 794, 1106, Copacabana, Rio de Janeiro, o presidente da Pró-Rio, Paulo Joarez Vargas da Silva, Aristeu Barbosa, Vice Presidente da PRAIA-SA, Denilson Guedes, o bandeirinha, representante dos ambulantes itinerantes, Maria J. R.Lopes, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, jovanildo, Comitê Gestor da Orla, Jorge Pinheiro, Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Giorgiana Arce, PSI, Projeto de Segurança de Ipanema, Horácio Magalhães, Sociedade Amigos de Copacabana, Olavo, Instituto e.
Iniciado os debates ficou consignado que o projeto piloto terá no máximo 35 (trinta e cinco) barraqueiros de Ipanema. Cada palestra não poderá ultrapassar 50 (cinqüenta) minutos. A pró-rio, será responsável pela elaboração do conteúdo e por ministrar as palestras sobre as demandas da categoria, suas dificuldades, os aspectos gerais da cidade, sua vocação para o turismo e o papel do barraqueiro nesse contexto. A secretaria de Estado de Meio Ambiente e O Comitê Gestor da Orla, farão uma reunião entre si, para elaborar o conteúdo e ministrar as palestras sobre logística reversa, consumo, resíduo seco e molhado, destino do resíduo, reciclagem, impacto do lixo no meio ambiente, níveis de contaminação da água, da areia, do ar enfim a gestão do meio ambiente na cidade.
O conteúdo de todas as palestras, terão uma unidade entre si por meio de recurso áudio visual. Para isso será contratado um profissional dessa área que receberá o material, e trabalhará sob a orientação dos responsáveis pela elaboração de cada conteúdo.
A Giorgiana Arce, PSI, Projeto de Segurança de Ipanema, será responsável por contatar o profissional que vai elaborar o material audiovisual.
Giorgiana Arce, PSI, ficará também com a responsabilidade de entrar em contato com os hotéis para que os mesmos colaborem com o projeto.
Apróxima reunião será comunicada via e-mail de todos os participantes.
Não havendo nada mais a ser debatido a reunião foi encerrada as 18 horas, tendo eu, Aristeu Barbosa, coordenado a reunião e redigido a presente ata.
Rio 29 de março de 2010
Pró rio - Av. Nossa Senhora de Copacabana, 794 sala 1106. Tel.: 3449-9607 ou 3449-9609
Aristeu 7870-6439 Paulo Joarez – 7819-2934
PROJETO LIGHT
Projeto da Light chega aos moradores de Pavão-Pavãozinho e Cantagalo
Redação SRZD
Redação SRZD
Os moradores do Pavão-Pavãozinho, em Copacana, e Cantagalo, e Ipanema vão ser beneficiados com o Programa Comunidade Eficiente da Light. As ações serão voltadas para substituição de geladeiras, troca de lâmpadas e reforma em instalações elétricas que apresentam risco.
A Light fará a substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas de 15 watts, até seis para cada residência, e também apresentará as geladeiras eficientes, disponibilizadas pelo projeto, que serão trocadas pelas antigas, após visita técnica.
Os moradores das comunidades receberão também a visita de técnicos da companhia de energia, que vão verificar as condições das instalações elétricas das residências. Após a avaliação técnica, as casas que apresentarem risco terão as instalações elétricas reformadas pela Light, sem qualquer custo para o cliente.
O Programa de eficiência energética da empresa promove o uso racional da energia elétrica, associando ações de cidadania e responsabilidade social à prestação dos serviços, e mostra como é possível consumir energia de maneira segura e sem desperdício através de medidas de economia e mudanças de hábito.
GOLPE

Golpe
Polícia Civil desarticula quadrilha que fraudava compra de materiais na rede pública de saúde
Márcia Foletto, Taís Mendes, Ludmila Curi e G1
RIO - Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública cumprem nesta quinta-feira 15 mandados de busca e apreensão nas residências, consultórios e empresas de suspeitos de forjar documentos para justificar a compra de materiais que não eram usados em procedimentos cirúrgicos. A denúncia partiu de um funcionário do Hospital Municipal Salgado Filho, onde a quadrilha teria um contrato de R$ 6 milhões. O chefe da neurocirurgia da unidade participa do esquema. Além dele, outros envolvidos moram e trabalham em bairros nobres do Rio, como Ipanema, Barra da Tijuca, Lagoa Rodrigo de Freitas, São Conrado e Recreio.
Entre os materiais teoricamente comprados, estão espirais de platina, usadas em cirurgias para conter aneurismas cerebrais. Segundo o site G1 , a polícia informou que a quadrilha é formada pelo dono da empresa que representa o fabricante do material, o gerente geral da empresa, um médico responsável pelo controle de compras do hospital, um vendedor, o chefe e o assistente do setor de neurologia do hospital, entre outras pessoas. Na operação, as equipes da Polícia Civil cumprem mandado de busca e apreensão também em Itaboraí, onde mora uma gerente envolvida.
As empresas que fazem parte do esquema têm contratos de fornecimento de material cirúrgico com o governo federal, estadual e municipal no valor de R$ 120 milhões nos últimos anos, segundo o delegado Fábio Cardoso, que coordena as investigações.
- Nós já identificamos um contrato que alcança o valor de R$ 120 milhões. Todos esses documentos serão investigados para verificar a regularidade, não só com o Salgado Filho, mas com unidades estaduais e federais - disse o delegado Cardoso, em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com o site G1, a fraude incluía falsificação de prontuários de pacientes que, por exemplo, se curavam naturalmente, mas teoricamente teriam recebido uma série de 12 espirais de platina - o número máximo que a prefeitura pode comprar sem licitação. Pelo menos três pacientes teriam passado por todo o procedimento cirúrgico, mas não receberam o material implantado.
A operação já passou na casa e no consultório do neurocirurgião Carlos Henrique Ribeiro, chefe do setor no Hospital Municipal Salgado Filho. Os policiais chegaram em sua residência, na Rua Barão da Torre, em Ipanema, nas primeiras horas da manhã, e deixaram o endereço com dois malotes e um computador. De lá, eles seguiram para a Rua Aníbal de Mendonça, na Galeria Ipanema 2000, onde também fizeram buscas. De 2006 a 2008, ele foi presidente da Sociedade de Neurocirurgia do Rio e ainda pertence ao conselho deliberativo da instituição.
A Polícia Civil também fez buscas na casa do empresário Jorge Figueiredo Novaes, dono de três empresas envolvidas no esquema de fraudes na rede pública de saúde. Segundo o delegado Fábio Cardoso, apenas uma delas está seu nome, a Station, que é fornecedora de material médico. As outras duas estariam em nomes de laranjas. Jorge Figueiredo mora no condomínio Golden Green, na Barra da Tijuca, de onde os policiais saíram com dois malotes de documentos, dois revólveres 38 e munição. Na sede da Station, que fica no Centro Empresarial BarraShopping, na Avenida das Américas 4.200, ele foi preso em flagrante por posse ilegal de armas. Segundo o delegado, trata-se de um crime afiançável.
A investigação começou em dezembro, após a polícia receber a denúncia de um funcionário do hospital. O neurocirurgião e os outros envolvidos simulavam ter usado mais equipamentos e medicamentos do que o realmente utilizado.
Em entrevista à Rádio CBN, o secretário municipal de Saúde, Hans Dormann, disse que não tinha conhecimento da investigação e nem havia recebido denúncias do caso, mas apoia a iniciativa.
- Estou tomando conhecimento desses fatos na manhã desta quinta-feira. Vou descobrir até que ponto posso colaborar com as investigações - declarou.
Quem quiser fazer outras denúncias, o número da ouvidoria da prefeitura é 2503 2213, e o e-mail ouvidoria_sms@rio.rj.gov.br.
RIO - Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública cumprem nesta quinta-feira 15 mandados de busca e apreensão nas residências, consultórios e empresas de suspeitos de forjar documentos para justificar a compra de materiais que não eram usados em procedimentos cirúrgicos. A denúncia partiu de um funcionário do Hospital Municipal Salgado Filho, onde a quadrilha teria um contrato de R$ 6 milhões. O chefe da neurocirurgia da unidade participa do esquema. Além dele, outros envolvidos moram e trabalham em bairros nobres do Rio, como Ipanema, Barra da Tijuca, Lagoa Rodrigo de Freitas, São Conrado e Recreio.
Entre os materiais teoricamente comprados, estão espirais de platina, usadas em cirurgias para conter aneurismas cerebrais. Segundo o site G1 , a polícia informou que a quadrilha é formada pelo dono da empresa que representa o fabricante do material, o gerente geral da empresa, um médico responsável pelo controle de compras do hospital, um vendedor, o chefe e o assistente do setor de neurologia do hospital, entre outras pessoas. Na operação, as equipes da Polícia Civil cumprem mandado de busca e apreensão também em Itaboraí, onde mora uma gerente envolvida.
As empresas que fazem parte do esquema têm contratos de fornecimento de material cirúrgico com o governo federal, estadual e municipal no valor de R$ 120 milhões nos últimos anos, segundo o delegado Fábio Cardoso, que coordena as investigações.
- Nós já identificamos um contrato que alcança o valor de R$ 120 milhões. Todos esses documentos serão investigados para verificar a regularidade, não só com o Salgado Filho, mas com unidades estaduais e federais - disse o delegado Cardoso, em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com o site G1, a fraude incluía falsificação de prontuários de pacientes que, por exemplo, se curavam naturalmente, mas teoricamente teriam recebido uma série de 12 espirais de platina - o número máximo que a prefeitura pode comprar sem licitação. Pelo menos três pacientes teriam passado por todo o procedimento cirúrgico, mas não receberam o material implantado.
A operação já passou na casa e no consultório do neurocirurgião Carlos Henrique Ribeiro, chefe do setor no Hospital Municipal Salgado Filho. Os policiais chegaram em sua residência, na Rua Barão da Torre, em Ipanema, nas primeiras horas da manhã, e deixaram o endereço com dois malotes e um computador. De lá, eles seguiram para a Rua Aníbal de Mendonça, na Galeria Ipanema 2000, onde também fizeram buscas. De 2006 a 2008, ele foi presidente da Sociedade de Neurocirurgia do Rio e ainda pertence ao conselho deliberativo da instituição.
A Polícia Civil também fez buscas na casa do empresário Jorge Figueiredo Novaes, dono de três empresas envolvidas no esquema de fraudes na rede pública de saúde. Segundo o delegado Fábio Cardoso, apenas uma delas está seu nome, a Station, que é fornecedora de material médico. As outras duas estariam em nomes de laranjas. Jorge Figueiredo mora no condomínio Golden Green, na Barra da Tijuca, de onde os policiais saíram com dois malotes de documentos, dois revólveres 38 e munição. Na sede da Station, que fica no Centro Empresarial BarraShopping, na Avenida das Américas 4.200, ele foi preso em flagrante por posse ilegal de armas. Segundo o delegado, trata-se de um crime afiançável.
A investigação começou em dezembro, após a polícia receber a denúncia de um funcionário do hospital. O neurocirurgião e os outros envolvidos simulavam ter usado mais equipamentos e medicamentos do que o realmente utilizado.
Em entrevista à Rádio CBN, o secretário municipal de Saúde, Hans Dormann, disse que não tinha conhecimento da investigação e nem havia recebido denúncias do caso, mas apoia a iniciativa.
- Estou tomando conhecimento desses fatos na manhã desta quinta-feira. Vou descobrir até que ponto posso colaborar com as investigações - declarou.
Quem quiser fazer outras denúncias, o número da ouvidoria da prefeitura é 2503 2213, e o e-mail ouvidoria_sms@rio.rj.gov.br.
FRAUDE
Polícia Civil faz buscas em casa e consultório de médico acusado de fraude na Zona Sul
Márcia Foletto
RIO - Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública estão cumprindo mandados de busca e apreensão na casa e no consultório de um médico, em Ipanema. Os policiais chegaram na casa no Médico, na Rua Barão da Torre, nas primeiras horas de manhã e deixaram o endereço, agora há pouco, com dois malotes e um computador. De lá, o médico e agentes seguiram para a Rua Aníbal de Mendonça, na galeria Ipanema 2000, onde também fazem buscas. O nome do médico ainda não foi divulgado. Segundo primeiras informações da polícia, o médico seria acusado de fraudar contratos com o poder público.
Márcia Foletto
RIO - Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública estão cumprindo mandados de busca e apreensão na casa e no consultório de um médico, em Ipanema. Os policiais chegaram na casa no Médico, na Rua Barão da Torre, nas primeiras horas de manhã e deixaram o endereço, agora há pouco, com dois malotes e um computador. De lá, o médico e agentes seguiram para a Rua Aníbal de Mendonça, na galeria Ipanema 2000, onde também fazem buscas. O nome do médico ainda não foi divulgado. Segundo primeiras informações da polícia, o médico seria acusado de fraudar contratos com o poder público.
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