PSI

1) como a Irmã Lourdes e o sr. Claudio, administrador do Colégio Notre Dame se encontram de férias, achamos melhor esperar o retorno deles para recomeçarmos as nossas reuniões quinzenais
2) PARA A REFLEXÃO DE TODOS

Não sei qual seria a opinião de cada um a respeito do uso excessivo da orla. Me refiro aos seguintes pontos:
a) Academia de ginástica patrocinada pela Amil.
b) Espaço para massagem , fisioterapia patrocinado pela TIM
c) Espaço para instalação de computadores patrocinado pelo SEBRAE.

A dúvida é a seguinte:

1) Por que o bairro de Ipanema tem de oferecer espaço para a Amil instalar uma academia de ginástica na praia, quando existem várias excelentes funcionando no bairro?
Qual o objetivo?
Qual o público alvo?
O que Ipanema ganha oferecendo um espaço público para uma empresa fazer seu marketing?
O custo de uma exposição desta qualidade em lugar super nobre da cidade quanto custaria?
É legal publicidade na orla?

2) em relação às massagens e fisioterapia na praia as mesmas perguntas e mais: se se oferece fisioterapia e massagens por que não depilação, corte de cabelo, manicure etc?

3) espaço SEBRAE – as mesmas dúvidas: por que dar espaço para que as pessoas possam usar computadores na praia se existem milhares de locais vazios no bairro onde o SEBRAE poderia desenvolver estas atividades?

Temos de nos perguntar o seguinte: Por que devemos oferecer locais nobres para que estas marcas ganhem uma exposição fantástica?
O que nós queremos de nossa praia?
Para morarmos em Ipanema pagamos impostos muito altos . Quem quiser usar o bairro não deveria dar uma contrapartida para os moradores?
Temos muitas necessidades em Ipanema. Praças e espaços que precisam ser adotados, ter segurança mais eficiente 24 horas por dia , limpeza, iluminação, conservação das calçadas etc.

Gostaria de contar com a opinião de cada um.

CHOQUE DE ORDEM

Rio limita total de cadeiras e proíbe caipirinha e o queijo em praias

Prefeitura diz que o total de cadeiras guarda-sóis foi definido pela Associação do Comércio de Praia
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"Tem cadeira, Julio?", pergunta com sotaque carregado o turista italiano. "Não, não tem." Julio Capone, dono de uma barraca de cadeiras e guarda-sóis em Ipanema, na zona sul do Rio, baixa os olhos atrás dos óculos de grau. "Estou com a cara no chão."

Desde que o Choque de Ordem desembarcou na praia onde ele trabalha há 28 anos, a negativa passou a ser frequente. A ação da prefeitura do Rio pela ordem pública, que há dois meses tenta "padronizar" Ipanema, Leblon e Arpoador, define o limite de 80 cadeiras e 40 guarda-sóis --Capone tinha 150 e 80 peças, respectivamente.

"Num dia de sol, trabalho com 300 pessoas. Lógico que elas não chegam no mesmo horário e, por isso, com minhas 150 cadeiras, eu podia atender a todos. Mas 80 é um absurdo, um desencontro."

A prefeitura diz que o total de cadeiras guarda-sóis foi definido pela Associação do Comércio Legalizado de Praia, em documento com 820 assinaturas de comerciantes. Além das 80 cadeiras amarelas e 40 guarda-sóis, cada um dos 197 barraqueiros licenciados para as três praias recebe da prefeitura duas caixas térmicas, duas lixeiras e uma tenda branca.

As caixas térmicas, apenas duas, são outro motivo de queixa: "Temos mais justamente para deixar gelando os produtos. Vendia 200 cocos antes. Agora, só posso vender 120, porque não tenho como repor coco gelado. O cliente que vem a Ipanema não quer coco quente", diz Capone.
"E não pode fazer caipirinha nem vender piña colada [drinque de abacaxi com leite condensado]. Também não pode abrir coco, porque não pode ter facão na barraca", conta Maria José dos Reis, 38, paraibana que se mudou aos 17 anos para o Rio e trabalha desde então na areia.

Caipirinha, agora, só industrializada. O mate de galão --clássico das praias cariocas assim como o biscoito Globo-- foi liberado, mas o queijo coalho, não. A prefeitura diz "tolerar" o mate de galão (embora a Vigilância Sanitária peça a proibição) e promete coletar amostras periodicamente para análises de qualidade.

A professora Vera Pereira, 60, há anos troca Teresópolis pela capital do Rio em Janeiro. Na última semana, sentada no Leme, contava orgulhosa seu feito: "Dois garotos jogavam bola na frente do mar. Fui lá, pedi para parar".

Embora o Choque de Ordem deva chegar ao Leme e a Copacabana só em meados de janeiro, os garotos pararam: jogar bola, perto da água, seja como frescobol, futebol ou vôlei, está proibido das 8h às 17h.

Fonte: Folha Online

PRAIA DE IPANEMA


Enviado por Isabella Guerreiro -

Banhistas não se preocupam em fiscalizar mate vendido nas praias

No primeiro fim de semana após a liberação da venda do mate em galões nas praias do Rio, os cariocas aproveitaram o domingo de sol e calor para se refrescar com a bebida sem se preocupar com licença, gelo ou modo de preparo. Em Copacabana e Ipanema, a fiscalização com coleta de amostras do líquido ainda não começou. Segundo a Secretaria Especial de Ordem Pública, o controle começará a ser feito na próxima semana. Satisfeitos com a volta da venda da bebida, ambulantes e banhistas aprovam a fiscalização.
- Eu acho bom. A pessoa tem que trabalhar limpo, de maneira organizada. O padrão é o certo. Tem que seguir padrão porque essa é a bebida mais procurada - disse o vendedor José Claudino, de 59 anos, sendo 18 deles nas areias de Ipanema.
O médico Juan Jimenez, de 57 anos, acredita que colher amostragens é positivo:
- É importante fiscalizar e coletar amostras para controle, mas não proibir uma coisa que faz parte da cultura da praia.
Em Ipanema, muitos vendedores de mate levavam a bebida nos galões anunciando "a volta do proibidão". Já em Copacabana, banhistas reclamavam do sumiço dos ambulantes. O projetista Anderson Silva, de 29 anos, e o administrador Jorge Luiz Perccico, de 36, esperaram por um mate das 10h às 13h.
- Antes da proibição, os vendedores passavam a toda hora. Hoje (domingo), estão demorando muito. Acho que eles ainda estão acuados - opina Jorge Luiz.


Fiscais flagram mate sendo preparado na rua

Segundo a Seop, fiscais do choque de ordem nas praias flagraram um ambulante fazendo mate e limonada no meio da Rua Teixeira de Melo, em Ipanema, no início da tarde de domingo. Ao avistar a fiscalização, o ambulante fugiu com o galão, deixando para trás um balde de 10 litros, cinco garrafas de cinco litros impróprias para uso, açúcar, mistura para limão, erva mate e gelo em escamas, sem procedência.
O coordenador de Controle Urbano da Seop, Eduardo Laviola, informou que o preparo era feito com água da bica e de forma completamente irregular e insalubre. O material deixado na rua pelo ambulante foi levado para a central de operação no Jardin de Alah. O secretário Especial da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, que esteve em Ipanema afirmou que não será tolerado esse tipo de ação por parte dos vendedores:
- Não vamos permitir o preparo de qualquer bebida ou comida no meio da rua, em condições higiênicas absolutamente condenáveis e precárias. Só assim se poderá oferecer à população uma bebida própria para consumo. Caso contrário, o ambulante terá sua licença cassada. A Prefeitura é responsável pela qualidade do que está sendo oferecido nas praias. É por isso que vamos passar a colher, com freqüência, amostras e mandar para análise.

CHOQUE DE ORDEM


Choque de ordem reboca mais de 150 carros na orla do Rio

Foram apreendidos, ainda, bandejas de queijo e camarão. Outros 72 veículos foram multados.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo
Fiscais da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) recolheram mais de 150 carros neste sábado (9) durante uma operação de choque de ordem na orla do Rio de Janeiro. Segundo a Secretaria, os agentes apreenderam, também, quatro bandejas de queijo coalho e duas de camarão na Praia de Ipanema, na Zona Sul.


Além de Ipanema, a operação aconteceu nas praias do Arpoador, Leblon, Copacabana e São Conrado, na Zona Sul, e na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. De acordo com a Seop, o camarão e o queijo são alimentos cuja venda é ilegal na orla. O secretário especial da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem ressaltou a organização da praia. "Barraqueiros e população têm contribuído para manter o ordenamento das praias. Os problemas, na área piloto, foram reduzidos quase a zero com a ação da fiscalização e, repito, com a fundamental colaboração dos ambulantes e dos banhistas", disse o secretário. Os fiscais apreenderam, ainda, 22 cadeiras que estavam em um caminhão que descarregava os equipamentos fora do horário permitido por lei. Do Arpoador ao Leblon foram rebocados 42 veículos e multados 72. Na extensão da orla de Copacabana à Barra, no entanto, foram rebocados 157 veículos.