BANHO DE MAR À FANTASIA













BANDA DE IPANEMA - A Banda de Ipanema,faz desfile para moradores do bairro.
A concentração foi no Arpoador,fantasias de papel crepon,muita animação e com a presença da polícia,dando a segurança necessária e da Prefeitura,dando a organização.
Nenhum camelô atrapalhando a brincadeira,eram retirados do caminho.
O sub-Prefeito Bruno Ramos,esteve presente o tempo todo,tomando conta da organização.
Ao meio dia a banda saiu em direção ao Posto 9,onde se despediu dos foliões.
NOTA 10 !!!!! TOMARA QUE ACONTAÇA O MESMO DURANTE O CARNAVAL !


DENÚNCIA ! ATENÇÃO !!!!!

Bom dia,

Ipanema está com um problema sério em relação à segurança.Após as 22hs até 1 da manhã,a Praça Nossa Senhora da Paz fica infestada de assaltantes.
Diáriamente pessoas são atacadas por esses elementos que fazem ponto na porta do Banco do Brasil,se fazendo passar por moradores de rua.São ao todo 7 homens entre adultos e menores.
Os quiosques que ficam abertos 24hs,não sabem mais o que fazer.São obrigados a se calarem,com medo de represálias.
O policiamento da GM foi retirado na parte do dia e com o abandono da praça,que virou um lixo,esse pessoal se esconde lá por dentro entrando pelos buracos da grade.
Já fizemos inúmeras reclamações mas até agora não fomos atendidos.
Por favor precisamos de ajuda !
Obrigada .
Atenciosamente
Voluntário do PSI

CARNAVAL !!!



Foliões desfilam sem empurra-empurra de ambulantes

Ana Paula Verly, JB Online

RIO - Em vez de atrapalhar, a chuva aumentou a animação nos blocos que desfilaram neste sábado. O dia amanheceu cinza, mas logo foi colorido pelas fantasias, nas ruas da Zona Sul e de Santa Teresa. A fiscalização dos ambulantes, impedidos pela prefeitura de invadir os desfiles, agradou ao público. A não ser pela dificuldade, em certos trechos, de conseguir uma cerveja.
Parte do percurso da Orquestra Popular Céu na Terra, em Santa Teresa, foi a seco. Só a partir do Bar do Gomes, na Rua Monte Alegre, avistavam-se isopores na calçada. Até lá, a solução foi entrar na fila para comprar bebida com moradores, que vendiam de dentro de casa.

Como de costume, a concentração começou antes das 9h, no Curvelo, para não atrair muita gente. Nem era preciso marcar tão cedo, já que a chuva se encarregou de segurar um monte de foliões em casa. Quem encarou o toró não se arrependeu. Fantasiada, a multidão se esbaldou até a tarde, ao som de sambas-enredo e marchinhas.

– Só tem gente bonita e o clima está excelente. É o bloco mais bacana – avaliou a estudante Clara Nonato, 20 anos.

Em meio à profusão de fantasias originais, chamaram a atenção um Rock Balboa e uma Amy Winehouse. Faltou só banheiro químico. Por falta de quem oferecesse o de casa, o jeito foi fazer xixi na rua. Outro aperto foi quando o bonde, com os músicos, deparou-se com um carro estacionado na rua. Coube aos foliões balançar o veículo para o canto para abrir passagem.
O clima de alegria se repetiu na Zona Sul. O Simpatia é Quase Amor arrastou cerca de 20 mil da Praça General Osório até a Rua Henrique Dumont, em Ipanema, pela Avenida Vieira Souto. No Leblon, o Imaginou fez o pré-carnaval da Rua José Linhares até o Jardim de Alah, pela Delfim Moreira, com direito a carro-pipa para refrescar os foliões, apesar da chuva no início do desfile.
Em ambos os trajetos, guardas municipais mantiveram os ambulantes nas laterais da pista para não atrapalhar a evolução do público.

O Simpatia comemorou os 25 anos com uma alegoria em forma de bolo na frente do bloco, camisetas de Ziraldo e balões dourados, em forma de coração, na cabeça dos ritmistas. As fantasias que mais chamaram a atenção foram as de Bin Laden e Barack Obama.

Neste domingo desfilam o Escravos da Mauá, às 11h, no Centro; o Suvaco do Cristo, de manhã, no Jardim Botânico; e o Gigantes da Lira, às 16h, em Laranjeiras, entre outros.

CHUVEIROS NA ORLA

Chuveiros na orla

Um banho de ilegalidade do Leme ao Leblon


O Globo

RIO - Reportagem de Elenilce Bottari na edição deste domingo no GLOBO mostra que as bombas d'água que alimentam os chuveiros instalados nas areias das praias cariocas ajudam a esfriar a cabeça dos banhistas, mas não param de esquentar a das autoridades. Alavancadas pelo forte calor ou mesmo pela poluição do mar, essas fontes de água se transformaram na febre do verão e já se espalham às dezenas pela orla do Rio. Só entre o Leblon e Ipanema, o GLOBO localizou na última semana 71 instalações. Em Copacabana e Leme, foram encontradas outras 70, mas muitas barracas estavam desmontadas em razão das chuvas. O conforto é defendido por banhistas, atletas da areia e barraqueiros, mas passa longe da legalidade.

Responsável pelas outorgas para poços artesianos, o Instituto de Estadual do Ambiente (Inea) garante que só há 15 perfurações autorizadas em toda a orla do Rio, apesar das licenças municipais dadas aos barraqueiros no último governo. E, em todos os casos, esses poços só podem ser usados para o umedecimento da areia de redes de vôlei. Cada outorga está em nome do titular da rede. E o mais grave, segundo a assessoria técnica do Inea: essa água não serve para uso humano.

Os barraqueiros se defendem. Segundo Aloísio Firmo, as praias do Rio oferecem poucas opções aos banhistas. Ele lembrou ainda que o serviço público oferecido nos postos é cobrado:
- Na praia é assim: enquanto que o chuveiro público é cobrado, o privado é gratuito. Eles dizem que custa apenas R$ 1. Experimenta passar o dia na praia, neste calor, com apenas uma chuveirada? - desafia o barraqueiro que tem quatro duchas que ele chama de "as quatro quedas".