FISCALIZAÇÃO

Fiscalização contra desordem na orla inibe ações ilegais na Zona Sul

A fiscalização para resolver a desordem nas praias tem muitos problemas pela frente: venda irregular de alimentos, ambulantes e estacionamento ilegal.

Mais um problema pra nova prefeitura resolver: a desordem nas praias e muita coisa precisam ser feitas. São ambulantes nas calçadas, venda irregular de produtos e pior: de alimentos sem fiscalização da Vigilância Sanitária.

Saiba mais

§ » Mesmo depois de choque de ordem, irregularidades continuam
§ » Cariocas reclamam do vandalismo, desordem e sujeira nas praias
§ » Cariocas sentem melhorias nas praias do Rio depois da Operação Verão


A situação piora por causa do estacionamento irregular. A prefeitura anunciou a operação verão pra tentar controlar a bagunça, principalmente nos fins de semana de muito sol. Ontem os fiscais fizeram, além da operação verão, uma operação choque de ordem, nas praias da Zona Sul e da Zona Oeste.
No Recreio, o engarrafamento típico de domingo diminuiu com o esquema simples montado pela Guarda Municipal na Avenida Gláucio Gil. Todos os retornos foram fechados e os agentes fizeram o controle do trânsito durante o dia inteiro. Perto dali, mas longe dos olhares dos guardas um outro problema persiste. Motoristas estacionam em fila dupla.
Já na Zona Sul, em Copacabana, quase nada escapou da operação Choque de Ordem. Ciclistas foram orientados a circular pelo lugar certo. Já o carrinho de passeio deve ficar no canto da pista. “Se tem espaço para eles, eles não precisam andar nessa área”, diz uma pedestre.
Os comerciantes foram o principal alvo da operação. Quem deixou a mercadoria na calçada teve tudo apreendido. “Já perdi tudo, o dono não que saber disso, ele quer saber do dinheiro e aí”, se revolta um ambulante.
Os responsáveis por serviços como aluguel de triciclos e instalação de brinquedos foram avisados: a partir da próxima semana só podem operar com a licença em dia. Os moradores de rua também foram abordados, mas muitos não concordaram em deixar a orla. As kombis que guardam mercadorias e ficam estacionadas nas vagas do Rio Rotativo foram rebocadas. Todo domingo a operação será feita num ponto diferente da orla na cidade.
A Secretaria Especial de Ordem Pública diz que aos poucos esta forma de fiscalização será uma rotina para a Guarda Municipal. “Nós vamos proceder hoje um pente fino para dar demonstração de como nós queremos que a nossa fiscalização, a nossa Guarda Municipal atue aqui no dia a dia”, declara Rodrigo Betlhem, secretário municipal de Ordem Pública. Hoje cedo, a operação choque de ordem continuou na Barra da Tijuca e houve confusão por lá.
Os fiscais recolheram barracas e cadeiras que eram alugadas para os banhistas na Praia da Barra. Houve confusão e bate-boca.

Os donos do material retiram as cadeiras da Kombi, que serviam de depósito, e jogaram no meio da pista. O veículo foi rebocado. Seis barraqueiros foram levados para a delegacia para prestar depoimento.
Na zona sul, num passeio pelas praias do Leblon, Ipanema e Copacabana foi possível notar a ausência dos carros utilizados como depósito de barraqueiros. Estes veículos também foram alvo da operação Choque de Ordem na orla.
A prefeitura do Rio informou que vai começar a notificar os ambulantes que distribuírem barracas de praia com propaganda.

MODA EM IPANEMA

Enviado por Mirelle de França -

domingo

Verão no Rio

Ah..o Rio.

Sentada nas areias de Ipanema descubro que a moda agora não é aplaudir o pôr do sol, mas os transatlânticos que passam pertinho na praia. Ele apita, o povo aplaude e tira foto. Ele, o transatlântico - não me pergunte como - dá ré e volta.

VARIEDADES

Prezados Amigos e Colegas

Com muita alegria que convidamos você para outro evento que estamos
realizando. Desta vez é Joachim Walter, organista alemão, que nos
brindará com um recital de órgão dedicado à interpretação de obras do
barroco alemão. Joachim Walter vem se preparando com muito afinco para
vir ao Brasil: há cerca de um ano ele vem estudando português com uma
professora brasileira que mora na Alemanha. De uns tempos para cá, toda
as mensagens que trocamos por email foi em português, um português de
iniciante, mas ainda assim, português.

Vai ser muito bom nos encontrarmos lá no concerto. Como sempre, haverá
momentos explicativos sobre as obras e sobre o instrumento. Gostaria que
soubesse que sua presença sempre faz a maior diferença em nossos eventos.

Muito obrigada por apoiar o trabalho do Instituto de Cultura e Arte
Organística!

O concerto acontecerá no dia 24, sábado, às 18 horas na Igreja Luterana
Martin Luther, Rua Carlos Sampaio 251, na Praça da Cruz Vermelha.


Espero você lá!
Um abraço,
Domitila Ballesteros
www.arteorganistica.org.br

MODA EM IPANEMA
















Cangas indianas já estão em alta no calçadão carioca

Modelos com elefantes e cores variadas custam de R$ 15 a R$ 50. Moda praia inclui vestidos brancos, vendidos na própria orla a R$ 30.

Daniella Clark Do G1, no Rio

Foto: Daniella Clark/G1

Delizete e uma de suas cangas indianas que, a reboque da novela, já estão em alta nas areias da Zona Sul do Rio

Passarela da moda carioca, o calçadão do Leblon a Ipanema antecipou uma tendência para este verão: são as cangas com motivos indianos, que já estão em alta à beira-mar antes mesmo de a novela “Caminho das Índias” estrear na TV.

Veja mais fotos da orla carioca

Com ou sem elefantes, considerados símbolos de sorte e sabedoria, e em variadas cores, os modelos estendidos na areia têm preços variados, entre R$ 15 e R$ 50 (casal). “Elas estão em alta, já está todo mundo procurando por causa da novela”, conta a vendedora Delizete da Silva Couto, com cinco anos de venda na praia.

Se a canga indiana é moda na areia, no caminho de ida ou volta do mar são os vestidinhos brancos de tecido – e não de malha – que vêm conquistando a preferência das cariocas. Eles são vendidos na praia mesmo e custam entre R$ 30 e R$ 35.


Foto: Daniella Clark/G1

As amigas Cinthia e Gisele aderiram à moda dos vestidinhos pós-praia (Foto: Daniella Clark/G1)
“É a moda da praia agora”, afirma Gonçalo Matos de Oliveira, 12 anos de praia, que diz vender até cinco unidades por dia.

Modelito vira uniforme

O modelito vem virando “uniforme” das cariocas no calçadão. As amigas Cinthia Reis, de 24 anos, e Gisele Arguiles, de 31, gostaram tanto que lançaram mão de seus vestidos para curtir a praia em Ipanema, na Zona Sul, sem se importar em repetir a roupa. Elas contam que uma das vantagens é estar pronta para o pós-praia. “É prático porque é uma peça só e eu adoro branco, combina com qualquer biquíni. E você fica razoavelmente vestida para sair da praia e comer alguma coisa depois, por exemplo”, diz Gisele.