LAGOA - 1922










Lagoa em 1922
Foto de Malta, da Coleção de George Ermakoff, mostrando a Avenida Epitácio Pessoa, no seu trecho junto a Ipanema, em 1922.
Esta área ainda quase deserta da Lagoa Rodrigo de Freitas manteve-se como só quase de casas até a década de 1950.
A partir de 1960 começaram a ser construídos pequenos prédios mas, com o passar do tempo e por interesses financeiros, o gabarito foi liberado e arranha-céus começaram a tomar conta desta belíssima região.
Como por todo o Rio, não houve um Plano Diretor de modo que há vários estilos arquitetônicos. Sucessivos aterros tomaram uma grande parte do espelho d´água.
Mas a Lagoa continua linda.


LAGOA AGONIZA POR OXIGÊNIO



Com o impasse constante entre os governos sobre o alargamento da Lagoa Rodrigo de Freitas, ela agoniza diariamente pela sobrevivência. Quem sofre também são os freqüentadores e turistas com a triste imagem de abandono pelas autoridades. A imagem, do último domingo, mostra crianças brincando livremente na água sem renovação e com risco de doenças. Parece mesmo que as dragas pararam de funcionar. Poderíamos sugerir ao ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, a averiguação e a solução desse problema.

ANIVERSÁRIO DO 1° BPM

Dia 5/06 às 9,30 o Cel. Mendes comandante do 1o. BPM convida a todos para a cerimônia de comemoração do aniversário de 20 anos do 1o. BPM - na rua Bartolomeu Mitre.
Prestigiem a comemoração. O nosso objetivo no Projeto de Segurança de Ipanema é justamente a interação sociedade / poder público. Entendemos que sem esta integração não há política de segurança pública que dê resultado. A segurança pública visa especificamente o benefício da população ( nós ) que temos de ter também a pre disposição de apoiar e prestigiar as pessoas que estão encarregadas de nos proteger. Comparecer à cerimônia é uma oportunidade de demonstrar às autoridades o quanto elas são importantes para nós.

CALÇADAS

Prefeitura do Rio vai punir quem não conservar calçadas, mas sobram crateras nas ruas

Rio - No fim de abril, decreto municipal determinou que o morador pode ser multado se não conservar a sua calçada. Apesar de não ter fixado valores, o texto diz que ele terá 15 dias, depois de notificado, para reformá-la e deixar o caminho dos pedestres livre de sobressaltos. Já os motoristas precisam esperar sentados. Dirigir pelas ruas do Rio é uma corrida de obstáculos. Só que sem a parte divertida do esporte. Trafegar por mais de um quilômetro sem cair em buraco é uma vitória.
Durante três dias, O DIA percorreu 250 quilômetros da Zona Sul ao subúrbio e constatou o péssimo estado de conservação das ruas: pavimento descascado, desníveis e remendos malfeitos. Se o caminho de quem vai de Bonsucesso à Penha pela Rua Uranos é tortuoso, a situação não melhora para quem cruza Engenho Novo, Riachuelo e Méier pela Av. 24 de Maio, onde é possível ver trilhos do bonde que não passa por ali há décadas. “Não tem carro que resista. É um rali!”, reclama o taxista José Carlos Lessa. Nem quem passeia pela Vieira Souto, em Ipanema, num dos metros quadrados com IPTU mais caro do Rio, escapa: há seqüência de buracos de 10 cm de profundidade.
De janeiro a maio, o Tele-Buraco (2589-1234) recebeu 6.282 solicitações. Nos primeiros quatro meses do ano, 90.200 buracos foram fechados. Para conservação de pavimento, a Secretaria Municipal de Obras reservou R$ 27,29 milhões e já gastou R$ 5,93 milhões.