PORCALHÃO ABUSADO

Essa eu tirei em um outro domingo, onde o mijão da foto é um dos barraqueiros das imediações do Posto 9. O grafite do boneco parece que está mostrando para todo mundo a porcaria que o engraçadinho faz questão de fazer com a maior sem-cerimônia. Parece até montagem, mas não é.

E depois o cara ainda serve seus fregueses...

EMBALOS DE DOMINGO À NOITE

E segue a rotina dos fins-de-semana de festa para mendigos e pivetes aqui em Ipanema. Ontem às nove da noite, dava medo andar pela Visconde de Pirajá, tal era a quantidade desses nossos vizinhos sem-teto e sem-vergonha. Eram hordas de gente(?) drogada e bêbada que abordavam a todos de maneira agressiva, muitas vezes cheirando cola ostensivamente, como se a exibirem seu poder intimidativo, acima da lei.

Desnecessária se faz a menção sobre a habitual ausência da polícia que, além disso, continua a considerar marginais como simples moradores de rua.

O CAOS DOMINICAL

Roberto Motta nos enviou essa matéria com fotos sobre a rua onde mora, Francisco Otaviano, onde o caos impera aos domingos. Imaginem quando chegar o verão.

“A Francisco Otaviano é passagem obrigatória para uma multidão que vem dos pontos de ônibus do início da Nossa Senhora de Copacabana. São essas pessoas – e não os moradores – os fregueses desses ambulantes. A rua vai virando um vazadouro de lixo ao longo do dia. É uma pena. Por aqui passa um fluxo grande de turistas que vem de Copacabana para Ipanema, incluindo muitos estrangeiros, que são recepcionados pela sujeira e caos urbano.

Na calçada em frente ao Parque Garota de Ipanema monta-se uma mini feira completa com carroça e van de cachorro quente, camelôs vendendo óleo de bronzear e quinquilharias. Conforme vê-se na foto, a calçada é completamente bloqueada. A carroça tem um botijão de gás sem proteção alguma. A van joga o lixo dela na calçada em frente à escola pública.”

ACAMPAMENTO

É sempre assim: chegam os fins-de-semana, principalmente os prolongados, a turma dos mendigos profissionais vem da baixada monta o seu QG na praia, bem em frente à Vinicius de Morais e, enquanto os mais velhos bebem e se drogam perto da calçada, as crianças saem pela praia a vender balas e os mais taludinhos a roubar banhistas distraídos.

Na areia, nenhum PM a dar o ar de sua graça e, na calçada os Guardas Municipais a fingir que não vêm nada enquanto tudo acontece. É claro, sem prescindir da sujeirada que esses vagabundos fazem na areia aliada a dos camelôs bolivianos, já donos do pedaço.