RioTur promove reunião com representantes dos bairros da Zona Sul


No dia 7/05 a Riotur fez uma reunião com representantes dos bairros da Zona Sul cuja pauta foi, justamente, a organização do carnaval de rua, blocos, ambulantes etc.,
Pedi a Riotur, pelo menos três vezes, que me enviassem a ata da reunião para eu encaminhar aos voluntários do PSI. Como até o momento não recebi nada, resolvi, eu mesma fazer um relatório sobre o que eu ouvi durante a reunião. É claro que não será uma ata, mas sim um depoimento com o objetivo de transmitir o pensamento dos moradores de Copacabana, Ipanema e Leblon, sobretudo, sobre a passagem dos blocos, o pós bloco, degradação do bairro, ambulantes, venda irregular de bebidas alcoólicas etc.
1- O primeiro ponto positivo foi o fato da reunião ter acontecido. É a primeira vez que a Riotur chama a população para ouvir a sua opinião.
2- MEGA BLOCOS – foi opinião unânime entre os representantes de Copacabana, Ipanema e Leblon, que blocos com mais de 200.000 foliões são impraticáveis nos nossos bairros. A solução, também unânime, seria de leva los para locais mais apropriados como o Centro da Cidade. Até a direção da Riotur, na pessoa de seu presidente Marcelo Alves, concordou com este ponto de vista. Bairros como Botafogo, Jardim Botânico e Gávea não tem este problema. Para Ipanema ficou a questão da Banda de Ipanema, que agrega meio milhão de pessoas, pelo menos. No entender dos moradores, apesar da banda ter nascido no nosso bairro, ela já há muito tempo, é frequentada por gente de todos os lugares da cidade, do país e do mundo. O morador do bairro, já não consegue nem sair de casa durante o carnaval, o que dirá, frequentar a Banda!
3- PÒS BLOCOS – foi unanimidade entre todos os representantes, da população, que o maior problema é o pós bloco. Como os blocos atraem uma multidão imensurável, atraem igualmente outra multidão de ambulantes. O bloco passa e a venda de bebidas alcoólicas e drogas continua pelas ruas, o que faz com que estes consumidores não saiam dos locais, causando imensos transtornos, problemas de segurança pública. Como a dificuldade de fiscalizar este comércio é enorme, se os blocos forem transferidos para o Centro, a pressão dos ambulantes nos bairros diminuiria.
4- VENDA DE BEBIDA ALCOÓLICA E DROGAS PARA E POR MENORES – a lei é clara quando se trata deste assunto. É proibido a venda de bebida e outras drogas ilícitas para e por menores, no entanto, é o que acontece durante o carnaval. Não adianta imaginar que o ambulante por ser cadastrado vai deixar de praticar esta atividade ilícita que lhe dá grande retorno de dinheiro. Outro aspecto, deste mesmo problema, é que o ambulante que sabe que vai trabalhar durante o carnaval vem com toda a sua família, que participa da atividade, e se estabelece nas ruas, praças e areias da orla. Faz daqueles locais seu dormitório, local de suas necessidades fisiológicas, comida, banho, lavagem de roupa. A situação fica de desordenamento urbano inconcebível, criando o ambiente propício para todo tipo de crime – roubo, assalto, vandalismo, depredação do patrimônio público e privado, saque ao comércio formal, tiroteio e até mesmo homicídio! Tirar o ambulante da rua tem de ser uma prioridade se quisermos uma festa minimamente tranquila e organizada.
5- IMPOSSIBILIDADE DA POPULAÇÃO SAIR DE SUAS CASAS - foi outro assunto abordado. Os moradores de Copacabana, Ipanema e Leblon não tem a menor possibilidade de sequer sair de suas casa. Se houver uma emergência médica é o caos total.
6- SEGURANÇA PÚBLICA – é claro que toda esta situação leva a um descontrole total da segurança pública, que não consegue mais garantir o mínimo à população. São incontáveis os números de furtos, roubos, assaltos, saques, depredação do patrimônio, abolição do direito de ir e vir.
Espero ter transmitido o mais fielmente possível aquilo que foi dito às autoridades presentes responsáveis pelo carnaval.
Atenciosamente,
Ignez Barretto – coordenadora do PSI

Ata de Reunião na Defensoria Pública - GAESP



Foi realizada na último dia 04 de abril uma reunião que busca melhores definições para o carnaval de Ipanema. O resultado das últimas edições do carnaval carioca, deixa uma grande preocupação e estão sendo tomadas medidas com antecedência para o carnaval 2019.


ATA DE REUNIÃO LOCAL DE REALIZAÇÃO: Defensoria Pública- GAESP 
Dia: 04/04/2018 HORÁRIO: 14H

COORDENAÇÃO: IGNEZ BARRETO (PROJETO DE SEGURANÇA DE IPANEMA) NÚMERO DE PARTICIPANTES: 4- Bruno Pereira/ QUADRILÁTERO DE CHARME; José Antonio Teixeira/AMACOPA; Julio Sergio dos Mares Guia/PROJETO DE SEGURANÇA DE IPANEMA.

REPRESENTANTES DO PODER PÚBLICO: Procuradora Andrea Amin JUSTFICATIVA: OS EVENTOS DO CARNAVAL DE 2018 QUE PROVOCARAM O CAOS NOS BAIRROS DE IPANEMA E COPACABANA. TÓPICOS ABORDADOS :

1-- CARNAVAL E BLOCOS: ( retrospectiva para conhecimento do histórico do pleito em reunião de 15/8/2016) ( O projeto de Segurança de Ipanema está a aguardar a reunião no Ministério Público com patrocinadores, poder público e coordenadores de blocos para que sejam regularizados os aspectos a seguir: Em reunião anterior, ficou estabelecido que todos os comportamentos não previstos na Liminar sobre este assunto, tais como venda de bebidas alcoólicas a menores, furtos e roubos, atentado ao pudor, degradação do meio-ambiente, som em altíssimos decibéis, entre outros, seriam enquadrados na forma da Lei que dispõe tal liminar e serão réus seus responsáveis)

Reunião do dia 4/4/2018:
 > solicitação de que os blocos sejam transferidos para outros locais onde haja possibilidade de controle e segurança (centro da cidade, sambódromo):

 > venda antecipada de bilhetes de metrô como no réveillon;

> permanecer com vias abertas nos dias que não sejam feriados para evitar aglomerações, sujeira e depredações.

>. tornarem responsáveis com segurança pública os patrocinadores privados em parceria com o poder público. . Retrospectiva de 15/8/2016 e que repetiu-se em 2018 com intensidade redobrada: destruição das áreas de proteção ambiental na praia em que os canteiros foram completamente arrasados; as calçadas foram depredadas pois pedras portuguesas foram usadas como artefatos para quebra de vitrines e gradeamentos; os jardins dos edifícios tiveram suas plantas danificadas; a areia da praia ficou coberta com o lixo lançada pela população; tentativa de invasão de edifícios residenciais invasão de lojas comerciais


 Elaboração da ata: JGuia Rio de Janeiro, 07 de abril de 2018.

Linha 4 do mêtro superfaturou 3 bilhões e Setenta árvores Centenárias


O "Jornal Oglobo" recentemente publicou uma matéria sobre a Promotora de Justiça do MPRJ, Dra. Liana Cardozo. A promotora entrou com uma ação civil pública esclarecendo o superfaturamento de R$ 3,17 bilhões na execução da obra da Linha 4 do metrô que ainda não foi totalmente finalizada. A ação pede a responsabilização do ex-governador Sergio Cabral, de três ex secretários estaduais de transporte, fiscais e empresas já denunciadas pela Operação Lava Jato responsáveis pela obra. Quando lutamos com tanta garra pela preservação de nossa praça, “atiramos no que vimos e acertamos no que não vimos”.

No processo de construção, "Setenta Árvores Centenárias" foram derrubadas, várias espécies perderam seu “habitat”, o bairro, sem suas árvores, perdeu um forte aliado contra a poluição e pelo controle da temperatura local. Na ocasião, não sabíamos exatamente porque um governador se recusava a ouvir a população e nem um abaixo assinado com cerca de 30.000 assinaturas. Nem mesmo o alto numero de assinaturas e esforço dos moradores sensibilizou o político, que deveria em princípio, necessitar dos votos da população que o elegeu.

Com a Operação Lava Jato, fez a luz. Tudo ficou claro! O governador, as empreiteiras e todos os demais envolvidos não estavam absolutamente interessados em ouvir a população, fazer uma obra que atendesse ao interesse de todos e usando os recursos públicos da maneira mais responsável possível. NÃO! O interesse único e exclusivo era ganhar dinheiro, propinas, não importando se haveria sobre preço.






Representação enviada ao Ministério Público referente ao comércio ambulante



O PSI Ipanema, juntamente com a Associação Comercial do Rio de Janeiro entraram oficialmente com uma representação junto ao Ministério Público do Estado Rio de Janeiro. O Documento enviado para análise do promotor de justiça, foi preparado pelo departamento Jurídico da ACRJ e contém 8 páginas. VISUALIZE O DOCUMENTO EM PDF CLICANDO AQUI


A iniciativa de contou com o trabalho conjunto de voluntários do PSI e dos comerciantes do bairro de Ipanema. A ação promovida busca o controle do crescimento de atividades que possam trazer prejuízos ao comércio formal, desordem ao bairro e até mesmo danos aos consumidores de produtos de ordem duvidosa.

Também está incluso no documento, o não cumprimento da lei que estabelece uma distancia mínima de cinquenta metros de estabelecimentos legalizados que vendam a mesma mercadoria.