Reunião da riotur define parâmetros do canaval 2019

Oi pessoal
Essa foi a 4ª reunião da Riotur para tratar do Carnaval 2019 e a 1ª para com foco na Logisitica, Planejamento e  Ordenamento p/ a ZONA SUL do Rio

Esta, com associações dos bairros e Blocos.

A reunião foi boa – gostei do Marcelo Alvez (pres. da Riotur), o cara é positivo e soube conduzir uma reunião complexa – ordem, estratégia e, me pareceu, boa vontade de acertar. Cabe a nós: acompanhar, cobrar, propor, negociar, avançar.

Foi mesmo bom pedirmos esta reunião que, afinal, já estava marcada! Mas valeu, andamos na mesma direção e isso foi positivo.

Presentes mtas lideranças de moradores e comerciais dos bairros, estavam quase todos lá: S. Conrado, Ipanema, Leblon, Selva de Pedra, Copa, Bairro Peixoto, Lido, Leme, Hunaitá, Jd Botanico, Sta Teresa, Gloria, Flamengo, Centro.

E muitos blocos/bandas - Banda de Ipanema, Simpatia, banda da Glória, Rola Preguiçosa, Cachorro Cansado (??), Coreto (Centro), Mulheres de Chico.
Sebastiana foi a única exaltada, momento mais atritado da reunião, mas logo ultrapassado e ela saiu batido.

Riotur e demais da Prefeitura e afins estavam vários – a assessoria direta do Marcelo – adv. Christian juridico, Katia Kandu – gerente de eventos Riotur.
Outros como Luis Felipe - coordenador de fiscalização da Prefeitura, Katia Simões – gte eventos área da saúde, Carol Lombardi – comunicação digital da Prefeitura, Gustavo – Cet Rio.

João Vítor - major da Polícia Militar, responsavel pela estratégia para o Carnaval 2019. Disse que está com o efetivo mto pequeno...
Comandante Araújo – ordem pública Ipanema/leblon.

Presente tb a Dream Factory, não se manifestou.

Riotur apresentou o calendário das 5 fases desde a inscrição até assinatura do Termos de Responsabilidade com os blocos aprovados, previsto p/ set/outubro.
Inscrição no site www.carnaval.rio de 02/maio a 15/junho - foram 765 inscritos, de 590 organizadores. Há blocos que não se inscreveram – não sabem como controlar estes.

Eu fiz logo a pergunta: o que está previsto apra a Banda de Ipanema e Simpatia? Eles permanecem, mas terão qeu ser regrados. Quais regras? A construir em conjunto.... Ignez tb marcou o ponto, firmando as posturas que demandamos. Daí qeu a Rita da sebastiana se posicionou,mas de forma mto exaltada, saiu do tom da reunião. Mais adiante, Tony tb falou, reforçando a necessidade de atender a todos os lados, principalemtne o da maioria que é dos moradores.

Foi lembrado que em 2018 mts blocos não autorizados concentraram no Parque de Ipanema – causando severos transtornos e danos ao patrimônio.
S. Conrado ressaltou que NÃO QUER MAIS BLOCOS do qeu já tem – não há mais capacidade de suportar novos.

Mto interessante foi a fala do JOSÉ MARCONI – rep. do SOS Patrimônio – grupo do Facebook que reúne 6.000 membros. Estão MUITO preocupados com a ida de mais megablocos para o Centro, que reúne um acervo patrimonial de peso do Rio –, não conservado e não protegido no Carnaval. Deveria ser explorado no Turismo e é quase que totalmente desprezado! O Marcelo se tocou bastante com o qu foi dito e na hora indicou as pessoas para prosseguirem o contato com este grupo.

Por fim, a questão dos ambulantes foi levemente mencionada – falei com Katia Kandu que esclareceu qu os ambulantes credenciados pelos blocos, tem crachá e ficam dentro do bloco, passando junto. Os que permanecem (jogando lixo, dormindo na orla, vendendo alcool para menores etc) não são de responsabilidade dos blocos, mas da CGEU (??). Não sabe como tratar esse problema.

PROXIMA REUNIÃO – daqui a 1 mes, com os agentes organizadores- empresas. Não sei se os bairros serão chamados.

Bjs e boa noite, pf corrijam/complementem com vossas obs.

(Oglobo) Combater a narcomilícia na Rocinha é essencial



Hoje o jornal O Globo publicou a página 18 do Primeiro Caderno na coluna de Opinião um artigo muito interessante – “ Combater a narcomilícia na Rocinha é essencial”. Como o título já diz, por si só, a narcomilícia tomou o comércio informal daquela comunidade, estabelecendo taxas de ocupação, segurança, venda de água, gás, transporte etc. É negócio que chega a um bilhão de reais/ano.

Prezados Cel. Amendola e Comandante Tatiana,

Infelizmente não é só a Rocinha e nem mesmos outras comunidades que tem este terrível problema. Também os bairros formais estão fazendo parte deste leilão, macabro, que prospera no vácuo do poder público.

O Projeto de Segurança de Ipanema tem trabalhado à exaustão, para que esta realidade não se imponha ao nosso bairro. Sem muito sucesso.

1 -  Nossas ruas estão cada vez mais tomadas por ambulantes vendendo todo tipo de produto, sem nenhum tipo de fiscalização a respeito da origem dos mesmos. O máximo que a Guarda Municipal consegue, com muito esforço, diga se de passagem, fazer, é verificar se aqueles ambulantes são autorizados ou não.
Não adianta muito: a)-  cada vez mais autorizações são dadas pela Prefeitura
                                        b) – o fato de ser autorizado não quer dizer que a origem da mercadoria vendida é boa ou se é originária do roubo de carga, assaltos, contrabandos ou falsificações
                                        c) – também o fato de ser autorizado não impede que o vendedor deixe de pagar propina ao miliciano para ocupar aquele espaço público.
                
2 – Na  Praça N. Sra. da Paz que, quando abriu a nova estação metrô, há apenas dois anos atrás, só tinha um ambulante autorizado para trabalhar na esquina de Joana Angélica com Visconde de Pirajá – uma sra. que vende roupas. Hoje são mais de sete instalados diariamente vendendo, esfirras, churros, cachorro quente, coxinhas, flores, e roupas. Dentro de muito pouco tempo serão vinte e estaremos em situação igual à todas as outras saídas de metrô, aonde o usuário tem de abrir caminho entre os ambulantes que tomaram o espaço público. Me pergunto se o poder público considera esta experiência bem sucedida. Não é possível! É desordem e caos urbano!
Na mesma praça, se estabeleceu um cronograma de feiras, foras as duas tradicionais – feira livre e de orgânicos – que ocupam a praça durante alguns dias na semana e aos finais de semana. São feiras ditas “artesanais” mas aonde se encontra de tudo para comprar – comidas, bebidas, roupas, biquínis, bonés, chaveiros, cintos bolsas, roupa de criança e de adultos etc. etc.
A população gostaria que as nossas praças N. Sra. da Paz e Jardim de Alá fossem ocupadas, exclusivamente, por eventos culturais – apresentações de corais, música, danças, desfiles de moda, festas religiosas, leitura com as crianças, debates com adolescentes, etc.etc.

3 – As quentinhas são um caso à parte – elas proliferaram no bairro de tal modo que, segundo nossos cálculos mais otimistas , tem pelo menos umas sessenta pessoas vendendo comida para a população sem o menor controle sanitário, origem da matéria prima etc.

Neste momento, vimos pedir aos srs.,  gestores públicos sérios e responsáveis,  que ajudem a população.
Sabemos que a crise econômica está muito profunda, que o ambulante não é bandido, que as desigualdades sociais e o desemprego são chagas que temos carregado com vergonha, mas infelizmente a solução não passa pelo mecanismo simplista de deixar aumentar a informalidade. Este só leva a mais desordem e caos.  Sei de alguns vereadores que sugerem a criação de mais camelódromos, na ilusão de que poderia haver, desta forma, mais fiscalização. É renomada loucura, insensatez e populismo  puro e simples. A experiência nos mostra que o caminho tem de ser o contrário. O celular roubada da jovem que foi morta na Ilha do Governador, foi recomprado no camelódromo da Pavuna, o camelódromo da Uruguayna é controlado por grupos de bandidos milicianos e assim em todos os outros que existem na cidade. Será que as inúmeras experiências, amplamente divulgadas não ensinam nada?
A cidade precisa , ao contrário, se formalizar para criar renda e impostos.

Pedimos um esforço para que  a fiscalização em Ipanema se faça com rigor e de forma contínua.

Atenciosamente,

Ignez Barretto – coordenadora do Projeto de Segurança de Ipanema - 993984020

RioTur promove reunião com representantes dos bairros da Zona Sul


No dia 7/05 a Riotur fez uma reunião com representantes dos bairros da Zona Sul cuja pauta foi, justamente, a organização do carnaval de rua, blocos, ambulantes etc.,
Pedi a Riotur, pelo menos três vezes, que me enviassem a ata da reunião para eu encaminhar aos voluntários do PSI. Como até o momento não recebi nada, resolvi, eu mesma fazer um relatório sobre o que eu ouvi durante a reunião. É claro que não será uma ata, mas sim um depoimento com o objetivo de transmitir o pensamento dos moradores de Copacabana, Ipanema e Leblon, sobretudo, sobre a passagem dos blocos, o pós bloco, degradação do bairro, ambulantes, venda irregular de bebidas alcoólicas etc.
1- O primeiro ponto positivo foi o fato da reunião ter acontecido. É a primeira vez que a Riotur chama a população para ouvir a sua opinião.
2- MEGA BLOCOS – foi opinião unânime entre os representantes de Copacabana, Ipanema e Leblon, que blocos com mais de 200.000 foliões são impraticáveis nos nossos bairros. A solução, também unânime, seria de leva los para locais mais apropriados como o Centro da Cidade. Até a direção da Riotur, na pessoa de seu presidente Marcelo Alves, concordou com este ponto de vista. Bairros como Botafogo, Jardim Botânico e Gávea não tem este problema. Para Ipanema ficou a questão da Banda de Ipanema, que agrega meio milhão de pessoas, pelo menos. No entender dos moradores, apesar da banda ter nascido no nosso bairro, ela já há muito tempo, é frequentada por gente de todos os lugares da cidade, do país e do mundo. O morador do bairro, já não consegue nem sair de casa durante o carnaval, o que dirá, frequentar a Banda!
3- PÒS BLOCOS – foi unanimidade entre todos os representantes, da população, que o maior problema é o pós bloco. Como os blocos atraem uma multidão imensurável, atraem igualmente outra multidão de ambulantes. O bloco passa e a venda de bebidas alcoólicas e drogas continua pelas ruas, o que faz com que estes consumidores não saiam dos locais, causando imensos transtornos, problemas de segurança pública. Como a dificuldade de fiscalizar este comércio é enorme, se os blocos forem transferidos para o Centro, a pressão dos ambulantes nos bairros diminuiria.
4- VENDA DE BEBIDA ALCOÓLICA E DROGAS PARA E POR MENORES – a lei é clara quando se trata deste assunto. É proibido a venda de bebida e outras drogas ilícitas para e por menores, no entanto, é o que acontece durante o carnaval. Não adianta imaginar que o ambulante por ser cadastrado vai deixar de praticar esta atividade ilícita que lhe dá grande retorno de dinheiro. Outro aspecto, deste mesmo problema, é que o ambulante que sabe que vai trabalhar durante o carnaval vem com toda a sua família, que participa da atividade, e se estabelece nas ruas, praças e areias da orla. Faz daqueles locais seu dormitório, local de suas necessidades fisiológicas, comida, banho, lavagem de roupa. A situação fica de desordenamento urbano inconcebível, criando o ambiente propício para todo tipo de crime – roubo, assalto, vandalismo, depredação do patrimônio público e privado, saque ao comércio formal, tiroteio e até mesmo homicídio! Tirar o ambulante da rua tem de ser uma prioridade se quisermos uma festa minimamente tranquila e organizada.
5- IMPOSSIBILIDADE DA POPULAÇÃO SAIR DE SUAS CASAS - foi outro assunto abordado. Os moradores de Copacabana, Ipanema e Leblon não tem a menor possibilidade de sequer sair de suas casa. Se houver uma emergência médica é o caos total.
6- SEGURANÇA PÚBLICA – é claro que toda esta situação leva a um descontrole total da segurança pública, que não consegue mais garantir o mínimo à população. São incontáveis os números de furtos, roubos, assaltos, saques, depredação do patrimônio, abolição do direito de ir e vir.
Espero ter transmitido o mais fielmente possível aquilo que foi dito às autoridades presentes responsáveis pelo carnaval.
Atenciosamente,
Ignez Barretto – coordenadora do PSI

Ata de Reunião na Defensoria Pública - GAESP



Foi realizada na último dia 04 de abril uma reunião que busca melhores definições para o carnaval de Ipanema. O resultado das últimas edições do carnaval carioca, deixa uma grande preocupação e estão sendo tomadas medidas com antecedência para o carnaval 2019.


ATA DE REUNIÃO LOCAL DE REALIZAÇÃO: Defensoria Pública- GAESP 
Dia: 04/04/2018 HORÁRIO: 14H

COORDENAÇÃO: IGNEZ BARRETO (PROJETO DE SEGURANÇA DE IPANEMA) NÚMERO DE PARTICIPANTES: 4- Bruno Pereira/ QUADRILÁTERO DE CHARME; José Antonio Teixeira/AMACOPA; Julio Sergio dos Mares Guia/PROJETO DE SEGURANÇA DE IPANEMA.

REPRESENTANTES DO PODER PÚBLICO: Procuradora Andrea Amin JUSTFICATIVA: OS EVENTOS DO CARNAVAL DE 2018 QUE PROVOCARAM O CAOS NOS BAIRROS DE IPANEMA E COPACABANA. TÓPICOS ABORDADOS :

1-- CARNAVAL E BLOCOS: ( retrospectiva para conhecimento do histórico do pleito em reunião de 15/8/2016) ( O projeto de Segurança de Ipanema está a aguardar a reunião no Ministério Público com patrocinadores, poder público e coordenadores de blocos para que sejam regularizados os aspectos a seguir: Em reunião anterior, ficou estabelecido que todos os comportamentos não previstos na Liminar sobre este assunto, tais como venda de bebidas alcoólicas a menores, furtos e roubos, atentado ao pudor, degradação do meio-ambiente, som em altíssimos decibéis, entre outros, seriam enquadrados na forma da Lei que dispõe tal liminar e serão réus seus responsáveis)

Reunião do dia 4/4/2018:
 > solicitação de que os blocos sejam transferidos para outros locais onde haja possibilidade de controle e segurança (centro da cidade, sambódromo):

 > venda antecipada de bilhetes de metrô como no réveillon;

> permanecer com vias abertas nos dias que não sejam feriados para evitar aglomerações, sujeira e depredações.

>. tornarem responsáveis com segurança pública os patrocinadores privados em parceria com o poder público. . Retrospectiva de 15/8/2016 e que repetiu-se em 2018 com intensidade redobrada: destruição das áreas de proteção ambiental na praia em que os canteiros foram completamente arrasados; as calçadas foram depredadas pois pedras portuguesas foram usadas como artefatos para quebra de vitrines e gradeamentos; os jardins dos edifícios tiveram suas plantas danificadas; a areia da praia ficou coberta com o lixo lançada pela população; tentativa de invasão de edifícios residenciais invasão de lojas comerciais


 Elaboração da ata: JGuia Rio de Janeiro, 07 de abril de 2018.