terça-feira, 30 de setembro de 2014

PARABÉNS AO GOVERNO POR SUA FISCALIZAÇÃO

Além de pichações, vândalos agora derramam óleo nas trilhas e escadas da Pedra do Arpoador

Famoso pelo pôr do sol, cartão-postal ficou ainda mais sujo no fim de semana. Moradores e frequentadores fazem manutenção

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Num dos lugares mais deslumbrantes do Rio, as pedras do Arpoador são alvo de pichadores e vândalos que derrubam óleo no local - Gabriel de Paiva / Agência O Globo
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RIO — Se existe um berço para a cultura praiana do Rio, ele se chama Arpoador. Foi lá que o biquíni fez sua estreia e onde surgiu a moda (antiga) de se aplaudir o pôr do sol. Mas essa relação afetiva com a cidade parece não ser suficiente para deixar a famosa e tombada Pedra do Arpoador com a melhor das aparências. Vândalos não desistem de pichar o local, que, no fim de semana, ficou ainda mais sujo devido a um estranho óleo negro jogado pelas trilhas, escadas e até sobre banquinhos. Um voluntário, no domingo, tentou limpar a pedra jogando areia sobre o produto. Na manhã desta segunda-feira, porém, rastros da ação de vandalismo ainda podiam ser vistos por cariocas e turistas que circulavam pelo cartão-postal.
O engenheiro José Conde, morador de Ipanema, indignado com a cena vista na manhã de domingo, fotografou trechos da pedra cobertos pelo óleo. O autor da ação não poupou nem as plantas.
— Parece que jogaram óleo de carro tanto nas pedras quanto na vegetação — afirma o engenheiro, dizendo que a Pedra do Arpoador vem sendo afetada pelo descaso também de banhistas. — Fazem tanto xixi ali que o ácido da urina deixa a pedra corroída, criando caminhos até o mar. Agora, jogar óleo foi exagero. Daqui a pouco vão tacar fogo na pedra. Falta fiscalização.
‘Fazem tanto xixi ali que o ácido da urina deixa a pedra corroída’
- JOSÉ CONDEmorador de Ipanema
Joel Rodrigues, frequentador do Arpoador e que atua como voluntário fazendo a manutenção da pedra, diz que há tempos a Comlurb não remove as pichações, que hoje ocupam, principalmente, as rochas que ficam de frente para o mar. Ele foi o responsável por tentar retirar o óleo no domingo, quando até mesmo os banquinhos do mirante mais alto amanheceram imundos.
— Há mais de dois anos que a Comlurb não retira as pichações. Desde os anos 90 que recolho o lixo e cuido das plantas. Quando vi o óleo, joguei areia para tentar removê-lo. Amo esse lugar, por isso dou essa moral — diz Joel, que trabalha na construção civil.
PICHAÇÃO A QUALQUER HORA
Nem todo mundo que vai ao lugar compartilha do mesmo sentimento de preservação. O policial do 23º BPM (Leblon) Bruno Oliveira, que trabalha há quatro anos no Arpoador, conta que no domingo retrasado prendeu em flagrante um homem que tentava pichar a pedra.
— Ele estava pichando de dia na parte de baixo da pedra, próximo à praia. Os vândalos arriscam em qualquer horário, mas agem mais à noite, quando o policiamento vai embora. É uma pena ver uma paisagem tão bonita toda rabiscada — lamenta Bruno, dizendo que, com a Operação Verão, quatro policiais agora fazem a segurança permanente e exclusiva da Pedra do Arpoador nos finais de semana.
Antes, a polícia que atuava no Arpoador se dividia entre a pedra e a areia, afirma o PM.
Para José Conde, uma solução para o problema seria a instalação de câmeras de segurança e placas avisando que a área está sendo filmada.
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COMLURB PROMETE REMOVER RABISCOS
A Comlurb, que não comentou a demora em remover as marcas deixadas por vândalos na pedra, informa que o serviço de retirada de pichações inclui o Arpoador numa programação especial de limpeza, que será promovida “o mais breve possível”. De acordo com a companhia, o trabalho requer material especial e equipes treinadas, devido ao fato de a área ser íngreme. A companhia afirma ainda que hoje conta com um novo sistema de limpeza diária, em dois turnos, no calçadão e na areia do Arpoador.
Sobre a segurança, a Polícia Militar diz, em nota, que não há uma ação de policiais específica para o combate a pichadores. Mas destaca que o monitoramento da orla conta agora — dentro da Operação Verão — com uma plataforma de observação elevada na Praia de Ipanema, próximo ao Arpoador. O equipamento vai ajudar na identificação de suspeitos e no rápido deslocamento de policiais. A operação ganhou o reforço de 710 policiais de vários batalhões. Segundo a Guarda Municipal, seus agentes encaminham os flagrantes de pichações e outros tipos de vandalismo para a polícia. A pichação, afirma a Guarda, é crime previsto no artigo 65 da Lei de Crimes Ambientais (lei nº 9.605/98).


Read more: http://oglobo.globo.com/rio/alem-de-pichacoes-vandalos-agora-derramam-oleo-nas-trilhas-escadas-da-pedra-do-arpoador-14088412#ixzz3Emy5fS9z

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

PEGA LADRÃO !

Jovem é detido na Praia do Arpoador com celular roubado

Apesar do ocorrido, a situação esteve sob controle na região

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Jovem, que tem 17 passagens pela polícia, foi encaminhado para a 14ª DP (Leblon) - Pablo Jacob / Agência O Globo
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RIO - Policiais militares do 23 º BPM (Leblon) detiveram, na manhã deste domingo, quatro adolescentes na Praia do Arpoador. Ao ser abordado pelos oficiais, um dos menores, de 16 anos, que estava junto com outros três jovens cheirando thinner (espécie de solvente de tintas), jogou no chão um celular e tentou fugir, sendo apreendido pelos PMs. O jovem confessou ter roubado o aparelho em Madureira, neste sábado. O menor, que tem 17 passagens pela polícia (a maioria por roubo e furto), foi levado para a 14ª DP (Leblon), assim como os outros três jovens.
Apesar do ocorrido, a situação esteve sob controle na orla da Zona Sul. Mesmo com o dia nublado e a intensa movimentação nos calçadões, a novidade ficou por conta do novo uniforme dos PMs. A vestimenta, na cor amarelo fluorescete, chamou a atenção de quem passava pela região. Desde sábado, o patrulhamento nas praias, que conta com 70 homens, foi reforçado.
— Gostei da novidade. O policiamento, até o momento, está bom. A preocupação é quando chegar o verão, pois terá que aumentar o efetivo — conta um banhista, que não quis ser identificado.
CONFUSÃO COM O NOVO UNIFORME
A novidade tem como finalidade tornar os policiais mais visíveis à população e, assim, coibir a ação de criminosos na orla. Porém, o processo de mudança no tom da vestimenta pode vir a confundir as pessoas, uma vez que o mesmo procedimento é utilizado por homens do Batalhão de Choque e o Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur).
— A iniciativa é realmente boa. Dessa forma, nos destacamos no meio das pessoas, mas fica difícil diferenciar meu pessoal dos PMs do 23º BPM — aponta o segundo sargento Nelson, do Batalhão de Choque, reforçando que, para garantir a segurança dos banhistas e transeuntes, a base móvel BP Choque estará nas praias todos os fins de
semana, das 7h às 20h.




quarta-feira, 24 de setembro de 2014

BEBIDA e CARNAVAL

O PSI entrou com a representação no MP , que se refere exclusivamente à venda ilegal de bebidas alcoólicas pelos ambulantes para e por menores, que é um crime previsto na lei. Por que os ambulantes? – porque eles estão fora do alcance das penalidades devidas à esta infração.
- este assunto não tem nada a ver com os blocos, desordem pública, sujeira ou xixi nas ruas, patrimônio cultural etc. Este assunto já está sendo tratado em outra representação junto à Promotoria de Ordem Urbanística da Capital, apresentada pelo nosso grupo.
- A Copa do Mundo provou que é possível, sim, fazer um grande evento sem que ambulantes tenham autorização e vender bebidas alcoólicas. O evento foi um sucesso, todo mundo usufruiu e o fato de não ter bebida incluída no rol dos produtos oferecidos livremente à população não tirou em nada o seu brilho.
- só estamos pedindo que a lei seja cumprida e que os menores de idade sejam protegidos como é o seu direito. Aliás esta é uma grande preocupação da FIA ( Fundação da Infância e Adolescência)
Atenciosamente
Ignez Barreto
Coordenadora do PSI


Bom dia Cleo,

Aqui é o Bruno Pereira do Quadrilátero do Charme de Ipanema.
Com respeito à nota publicada hoje sobre Cerveja e Carnaval gostaria de lembrar à Rita Fernandes, que sim, a responsabilidade de ter menores de idade bebendo bebidas alcoólicas é dos pais dos menores E do poder público que deve fiscalizar os bares, boites, restaurantes e botequins para que não vendam bebidas para menores, pois isto é crime. 
Como nos blocos, inclusive nos blocos da Sebastiana, não há nenhuma fiscalização pública na venda de bebidas alcoólicas para menores, este crime acontece repetida e indiscriminadamente e isto não é nenhum moralismo e sim apenas a execução da lei. Lembro também que o volume de vendas de bebidas nas ruas por ambulantes, que não tem o menor compromisso com a lei, é muito, mas muito maior do que o volume vendido por estabelecimentos que a princípio sofrem algum tipo de fiscalização.
Infelizmente me parece, que para algumas pessoas, a lei deve ser aplicada quando lhes interessa e na hora que interessa e não para todos e em todos os momentos....
Um abraço,

Bruno Pereira
Quadrilátero do Charme de Ipanema


Cleo e Fernanda,

Acho que a Rita Fernandes se enganou. Ninguém está responsabilizando os blocos, carnaval, grandes eventos ou o que seja pelo fato de menores, nestas ocasiões estarem expostos, com a conivência do poder público, à uma situação ilegal  que é prevista em lei. O ECA é claro – é crime vender bebida alcoólica para menores de 18 anos. O crime é aliás inafiançável. Bares, restaurantes e afins também estão proibidos de fazer este comércio. Como os ambulantes não poderão ser responsabilizados uma vez que não tem alvará, ponto comercial, empresa etc. entendemos que eles não poderiam ser autorizados a exercer esta atividade. Nós só estamos pedindo o cumprimento da lei.
É impressionante como as pessoas imediatamente se acham atingidas .Pensam que é algo direcionado contra elas e suas atividades. Não tem nada a ver com blocos, carnaval, desordem urbana. Na Copa do Mundo  este tipo de venda foi proibido, e todo mundo achou ótimo. O brilho e o sucesso do evento não perderam nada, ao contrário.
Beijos,
Ignez

terça-feira, 23 de setembro de 2014

QUEM RECLAMA É POR QUE NÃO VIVE O PROBLEMA

FERNANDA PONTES23.9.2014 7h45m

 
Lei seca nos blocos
Está longe de ser uma unanimidade entre os moradores de Ipanema, Leblon e Copacabana a ideia de proibir a venda de bebidas alcoólicas por ambulantes no carnaval de rua. As declarações de Ignez Barreto, do Projeto de Segurança de Ipanema (ela chamou os foliões de “multidão alcoolizada”) revoltou representantes de outras associações. 

Eles são contra

“Os blocos não podem ser considerados uma multidão alcoolizada, e sim uma das maiores manifestações culturais do nosso povo”, dizMaria Amélia Loureiro, da AmIpanema. Horácio Magalhães, da Sociedade Amigos de Copacabana, classificou a ideia de “absurda e autoritária” e Evelyn Rosenzweig, da AmaLeblon, considera a ação “inócua, já que é impossível fiscalizar a venda”. 


Relembre o caso

O Projeto de Segurança de Ipanema e mais três associações — AnimaLeblon, Quadrilátero do Charme e Viva Copacabana — entraram com ação no Ministério Público pedindo a proibição da venda de cerveja durante a passagem dos blocos, como Gente Boa publicou no domingo. O assunto ainda vai dar pano pra manga.
(Foto: Guilherme Leporace)

domingo, 21 de setembro de 2014

CARNAVAL DE RUA

FERNANDA PONTES21.9.2014 8h40m

 
Bebida zero

Moradores de Ipanema, Copacabana e Leblon entraram com ação no Ministério Público pedindo a proibição da venda de bebidas alcoólicas por ambulantes em grandes eventos públicos— como o carnaval de rua. 

‘Multidão alcoolizada’


O principal motivo da queixa é o consumo de cerveja por adolescentes. “Não tem como fiscalizar a venda no meio dos blocos, é impossível”, diz Ignez Barreto, do Projeto de Segurança de Ipanema. Segundo ela, “um problema puxa o outro”. “Se não tivesse essa multidão alcoolizada, não teríamos xixi nas ruas e a destruição do patrimônio”.
(Foto: Hudson Pontes)

SANDÁLIAS IPANEMA

CLEO GUIMARÃES21.9.2014 10h45m

 

As Havaianas pegaram o lugar da sua principal concorrente, as Sandálias Ipanema, e passou a ter o direito de exibir sua marca em pontos que têm tudo a ver com as duas fabricantes: os canteiros da orla de Ipanema. O contrato de adoção, em parceria com com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, dura um ano e prevê o plantio e conservação de 24 mil mudas.

sábado, 20 de setembro de 2014

REUNIÃO


            A próxima reunião do Projeto de Segurança de Ipanema será, SEGUNDA FEIRA, dia 22//09 às 18hs. no Colégio Notre Dame .

           
PAUTA


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- ação obra metrô barão da Torre – denúncia

- praça N. Sra. da Paz

- ação carnaval/ venda bebidas pelos ambulantes – reunião com o promotor

Finais pontos de ônibus Teresa Aragão


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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

ASSALTO NO MAC DONALD IPANEMA

O crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (18), no McDonalds, que fica na Rua Visconde de Pirajá. Pelo menos doze clientes foram assaltados. Segundo as vítimas, quatro bandidos levaram celulares, carteiras, joias e o dinheiro do caixa.

PRAIA DOMINGO

CLEO GUIMARÃES17.9.2014 11h45m

 
Numa triste coincidência, o Arpoador, cenário da maioria dos arrastões do fim de semana, sediava no domingo uma etapa do circuito de surfe sub-14 (ou seja, voltado para crianças e adolescentes). A organização chegou a cogitar terminar o torneio mais cedo, mas recapitulou. No fim, que bom, tudo deu certo: não houve feridos entre os competidores, mas eles ainda levarão um tempo para esquecer as cenas de selvageria presenciadas ali.
(Foto: Fernando Quevedo)

terça-feira, 16 de setembro de 2014

ISSO É QUE É GOVERNO !

FERNANDA PONTES16.9.2014 7h29m



Reflexos dos arrastões

A Paróquia da Ressurreição, no Arpoador, teve que fechar as portas domingo, no meio do corre-corre provocado pelos arrastões em série na Av. Nossa Senhora de Copacabana e na Praia de Ipanema. A igreja fica no meio dos dois. “As pessoas estavam assustadas, a escadaria ficou lotada”, diz o padre José Roberto Devellar. “Não foi a primeira vez. No verão, rezo todos os domingos para chover.” 

Aliás e a propósito

Um segurança foi escalado para tomar conta do portão e garantiu a entrada de fiéis e das pessoas acuadas. Só assim foi possível celebrar a missa das 17h. 

(Foto: Simone Marinho/ Agência O Globo)

CORJA


CLEO GUIMARÃES16.9.2014 8h44m



Imagina no verão


Os arrastões de domingo trouxeram tristes novidades aos frequentadores das praias de Ipanema e do Arpoador. Foi a primeira vez que se viu a polícia usando gás lacrimogêneo entre os banhistas, e houve também uma inédita intimidação a surfistas e bodyboarders que estavam no mar.

Imagina no verão/2

No meio da confusão na areia, homens fortes foram para a água e abordaram mulheres de forma pouco amistosa: “Dá para emprestar a pranchinha aí, colega?”. Para completar o cenário, um helicóptero preto da Polícia Civil dava um rasante sobre os banhistas. Que tal?

(Na foto acima, o momento da prisão de um rapaz que havia roubado um celular; ele só foi pego dentro d'água. Foto de William Vorhees)

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

VIVA O METRÔ !!!!



VIVA O METRÔ !!!!

Para conter tumulto, PM lança bomba de gás na praia de Ipanema
Banhistas agrediam suspeito de roubo. Intervenção da polícia foi seguida por briga
R7 Página Inicial


Policial em meio a corre-corre em Ipanema

Policiais Militares lançaram bombas de gás lacrimogêneo para conter um tumulto nas areias da praia de Ipanema, neste domingo (14).

Pelo menos 30 pessoas foram levadas para a 14ª DP (Leblon) acusadas de roubo, furto, desacato e desobediência, informou o comando do 23.º Batalhão de Polícia Militar. Entre os detidos, havia menores de idade.

Foi o episódio mais grave de um domingo de sol marcado por furtos, roubos e correrias entre os postos 7 e 9.

Este foi o primeiro fim de semana da Operação Verão, antecipada em três meses — 650 PMs reforçaram o patrulhamento na orla.

A confusão começou por volta das 16h30, quando banhistas agrediram um homem acusado de roubar quem estava na areia, próximo ao Posto 9.

Quando os PMs tentaram deter o suposto assaltante, amigos dele intervieram. Teve início, então, uma briga. Os PMs lançaram as bombas de gás para conter a confusão. Houve pânico e correria entre os banhistas que estavam perto do tumulto.

O suspeita está entre os levados para a delegacia.

Roubo dentro d'água

Banhistas contaram que ao longo de todo o dia grupos andavam entre aqueles que tomavam sol para furtar os pertences. Houve casos de banhistas agredidos até mesmo dentro da água e obrigados a entregar objetos como óculos, relógios e carteiras.

A Polícia Militar informou que divulga nesta segunda-feira (15), o balanço do primeiro fim de semana da Operação Verão, que reuniu policiais dos batalhões de Botafogo, Flamengo, Copacabana Leblon e Ipanema, do Batalhão de Choque, do Batalhão de Ações com Cães e de recrutas do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

Além da orla, ruas próximas à praia e bairros como a Lagoa também receberam reforços policiais, que patrulharam a região com quadriciclos e motos. Os policiais do Choque estavam equipados com armas não letais.