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Moradores, Síndicos e Proprietários de Ipanema e Leblon, ​é
 bom saber :

Após o surgimento de enorme cratera na Rua Barão da Torre
​ 
acendeu a “luz vermelha”!
Porque insistir em erro!​

Muitos moradores despertaram-se para o perigo, alguns já acostumados com a obra, outros que tinham alguma informação, mas todos foram arrebatados por: dúvidas, insegurança e medo!
Muito se falou e infinitamente se falará sobre as obras do consorcio da Linha 4 Sul do Metrô, que faz trajeto pelos bairros de Ipanema, Leblon e Gávea.



Selecionamos depoimentos vinculados na mídia impressa. Analise você mesmo e tire suas próprias conclusões!

“Desci correndo, tirei minha filha de 4 anos e minha esposa de casa e coloquei elas sentadas dentro do hospital aqui em frente. O prédio está cheio de rachaduras, o chão afundou, e o solo aqui é muito arenoso. Estamos com medo de o edifício desabar sim. Além da falta de informação, não há uma explicação que venha de alguém especializado. Ninguém aqui sabe o que está acontecendo, ou não querem falar a verdade. A comunicação da empresa disse que está tudo certo e que está fazendo reparos, mas os prédios estão rachados; isso não é brincadeira.”
Cláudio Teixeira, Engenheiro e Advogado, Síndico do prédio 141.

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Essa máquina não escava com percussão. Ela escava com o giro da sua roda de corte, destruindo as camadas de solo. Então, ela não bate, simplesmente destrói. Então, isso não deve induzir nenhum tipo de vibração à superfície”.
Eng. Aluísio de Abreu Coutinho Junior, Consórcio Linha 4

“Essa rocha se desprendeu e afetou pequenos blocos vizinhos, ocasionando a descompactação do terreno. Desse modo, o processo evoluiu até a região de solo arenoso, e repetidamente até chegar à superfície.” “tatuzão deve voltar a operar nas escavações em 45 ou 60 dias”
Eng. Aluísio de Abreu Coutinho Junior, Consórcio Linha 4

“O tatuzão parou de funcionar, mas as obras, com maquinários, continuam na Visconde de Pirajá. Estão acontecendo incidentes com frequência. Faltam informações “
Gabriel Mansell, síndico de três prédios na Rua Visconde de Pirajá.

"A gente ia comemorar o Dia das Mães com a família mas não podemos. Agora vai ter que ser sem cozinhar nem tomar banho porque estamos sem gás. O jeito vai ser improvisar um almoço em um restaurante"
Oscar Castro, 47 anos, Analista de rede, Morador

“Eles furam o solo de madrugada. Quando o tatuzão passa na rua, tudo treme. As paredes, os quadros, os móveis” “Não tenho outro jeito a não ser tomar tranquilizante para pegar no sono.”
Nélio Ferreira, 70 anos, morador.

“O que aconteceu no domingo foi um acidente da obra que tem que ter a atenção de todos os envolvidos inclusive da Defesa Civil, o que não acontece. “

“Ninguém fez nada. Fiz questão de mostrar o problema aos técnicos. Eles disseram que o problema seria da Cedae e quando eu cheguei em casa vi que a situação só piorava. Agora, eu disse que chamaria a reportagem e eles responderam que bombeiros do Consórcio já estavam a caminho.”
Carolina Souza, 30 anos, Professora.

“Não dá mais para aguentar. A promessa era que esse transtorno terminasse no fim do ano passado. Nosso maior medo é que eles tenham atingido o lençol freático — ressaltou, enfatizando as rachaduras do lado de fora do prédio e também no interior de seu apartamento.”

“Assisti os operários abrindo e fechando o asfalto aqui em frente pelo menos três vezes.”
Arão Pomeraniec, 65 anos, Psiquiatra, Morador do prédio 141.

"Estamos tendo bastante dificuldade. O inquilino saiu desde que as obras começaram, com medo de prejuízo, e até agora não alugamos. Só conseguiríamos se fosse por um preço ínfimo"
Clarindo Mourão, administrador de uma loja na Av. Ataulfo de Paiva.

“Esse acidente poderia ter sido evitado com mais fiscalização. É preciso dar segurança a moradores, pedestres e trabalhadores.”
Canagé Vilhena, Arquiteto.

"Nós tivemos uma queda de 60% nas vendas. Nem as clientes antigas querem vir.  Nosso público é de classe alta, ninguém quer entrar em vielas escuras, barulhentas e sem segurança para fazer compras"
Gerente de uma Grife no Leblon

“Os afundamentos na rua se devem à ação do tatuzão, máquina que está perfurando o túnel em uma região arenosa.” "Um dia o mar chegava até ali e a areia é um dos solos mais complexos para você fazer escavação, pois os grãos não se unem"
"Pode ter havido infiltração de uma galeria de água pluvial que se rompe ou então de uma pequena adutora, o que também pode promover fuga de areia".
Luiz Paulo, Deputado. Entrou com requerimento na Alerj para a realização de audiência pública para que as autoridades expliquem o surgimento de duas crateras na rua Barão da Torre, em Ipanema

 "Vamos pedir que a obra, que está parada, só seja retomada quando soubermos direito o que aconteceu. Queremos que eles estudem e debatam conosco sobre a solução que vão apresentar, porque isso de fazer obra sem discutir com a população já vimos que não dá certo"
Ignez Barreto, Coordenadora do PSI.

"Lustres, copos e outros objetos balançam dentro de casa. São muitos relatos desse tipo. Tem gente que nem consegue dormir e a preocupação é enorme para tudo mundo. Quando o morador vai reclamar no posto de atendimento na Praça da Paz ou através do teleatendimento, os funcionários do consórcio dizem que esse transtorno é normal e se quebrar qualquer coisa dentro de casa eles pagam. O que queremos é segurança, evitar acidentes. Quem vai imaginar que vão fazer uma obra dessa natureza na sua rua e arrebentar com seu apartamento?"
Fernando Azevedo, Engenheiro Civil

“O surgimento da cratera na Rua Barão da Torres demonstra que a medida mais segura para a população é imediata paralisação das obras, para evitar um desabamento de algum edifício na região.”
Nilton Carvalho, Geólogo, voluntário do PSI.

“O terreno é arenoso. Ali era uma praia, uma restinga. Os prédios tiveram as fundações feitas sobre a areia.”
Antônio Eulálio, Engenheiro.

“O transtorno é grande por conta do barulho e perturbação, mas pedimos o laudo de um engenheiro e não houve dano na nossa estrutura”
Hamilton Ferreira, Síndico do Edifício 137.

“Se isso afundou, tem alguma coisa estranha lá embaixo. Se começa a botar concreto, é muito estranho”
Oscar Castro, Morador há 15 anos no prédio 137.

“O meu prédio rachou entre um bloco e outro. Junto com a trepidação, romperam três encanamentos de gás. O meu apartamento foi [onde rompeu] um deles”
Fernando Bittencourt, morador há 20 anos no prédio 123.

Pensem Bem ! Continuar pra que?​


Um comentário:

Anônimo disse...

Continuar para nao ter de explicar o absurdo desses gastos billhardarios com o dinheiro publico. Agora estão parados dando tempo ao tempo para ver se os edificios caem so depois das eleições ...